1.º de Maio

Voz às Escolas

autor

João Andrade

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25 anos! A Defacto, a nossa revista, faz 25 anos… Um quarto de século do respirar de uma instituição educativa, mas também um quarto de século de aporte de um oxigénio de ideias, visões e caminhos… Se surge em 1992, é a partir de 1999 que o seu tema, debatido e aprovado em Conselho Pedagógico, se torna o mote unificador e transdisciplinar das atividades educativas de cada ano letivo.

Muita da riqueza da Defacto advém, a partir do momento da definição do seu tema - a maior parte das vezes não mais do que uma simples palavra ou ideia: “Valores”, “Coração”, “Lugares”, “Europa”, “Da obra”, “Da memória”… este ano, “25 anos” - da sua apropriação por cada departamento, disciplina, estrutura ou indivíduo, de forma completamente livre, sob qualquer que o prisma, sem a ou cruzamento de conceitos que entenda. Isto conduz a uma pluralidade que torna um prazer - que também o da descoberta - o percorrer de cada uma das suas páginas.

Aberta à comunidade envolvente, a Defacto é feita a partir de inúmeras contribuições - criteriosamente selecionadas por um corpo redatorial - de nossos alunos, professores, encarregados de educação, mas também, e ainda, de professores e alunos do ensino superior ou de outras escolas.

Nas palavras dos seus redatores, “é um laboratório criativo onde se estimula o gosto pela escrita e pela leitura, pelo desenho e pela fotografia, (…) um fórum de ideias, e debate critico e de exercício de cidadania”. Prestando atenção a “temas da realidade atual que verdadeiramente importam” e não aos que “constam das agendas mediáticas”.

Também uma das mais antigas e prestigiadas revistas escolares do país, No âmbito do projeto “Público nas Escola”, iniciativa conjunta do Ministério da Educação e do Jornal Público, foi considerada uma das revistas de referência a nível nacional, quer pelo seu conteúdo, quer pela sua qualidade gráfica. Foi, ainda, premiada, em 2001e 2004, respetivamente, pelos Instituto de Inovação Educacional e pela Direção-Geral de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano (neste caso a edição sob o tema “Cidade”).

Esta obra, garantidamente coletiva e de muitos rostos empenhados - quantos me ocorrem e que seria, garantidamente, da total justeza aqui referir -, tem, no entanto, um, entre todos, que é de toda a justeza realçar. Aquele que, em cada ano, primeiro a pensa e que em último a percorre antes de ir para o prelo. Aquele que a vive e sofre, entregando-se, detalhada e minuciosamente, a cada sua página, texto, desenho ou fotografia. Esse primeiro rosto é, obviamente, o de Amadeu Santos.

Assim, neste primeiro de maio de 2017, é no Amadeu, na sua dedicação e entrega, muito para além das fronteiras a que o seu perfil profissional o obrigariam, que homenageio e reconheço todos aqueles que, dia a dia, em cada um das nossas escolas, educam, ensinam, limpam, coordenam, cozinham, organizam, reparam, dirigem… e se entregam!... Garantindo - como muitos outros já garantiram no passado -, com seu trabalho, o superior desempenho deste agrupamento de escolas públicas.

Seus nomes? Demais, somente dos ainda ativos sequer, para caberem no espaço de qualquer artigo… Seja na ESAS, na E.B. 2/3 de Nogueira, em cada uma das escolas primárias ou jardins de infância, são e foram inúmeros os “Amadeus”, que de forma mais visível ou completamente discreta, fazem e fizeram, dia a dia, toda a diferença do nosso ato educativo.
É deles este primeiro de maio!

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