Até sermos velhinhos...

Conta o Leitor

Susana Miranda Quando entraste em casa depois de um dia de trabalho, simplesmente atiraste a gravata e o casaco para cima da mesa de jantar e deixaste cair o teu corpo cansado em cima do sofá, observando as imagens da televisão distraído. As tuas atitudes eram cada vez mais previsíveis e rotineiras... E a minha motivação estava a desvanecer, dia após dia. Casámos-nos num dia soalheiro de Setembro, ao som de uma voz angelical que cantava Aleluia e perante os olhares expectantes de toda a nossa família e amigos. Foi uma festa linda, pensada ao pormenor, desde os convites, flores, o meu vestido de noiva, o teu fato, alianças, a quinta, os pratos, a decoração... As nossas lágrimas eram um misto de sensações: alegria, amor, esperança e medo, claro. Eu depositei em ti todos os meus sonhos, sempre te quis como marido, pai dos meus filhos, amante, amigo e companheiro para a vida. Claro que tu viste em mim tudo isso também, dizias-me todas as vezes que apenas serias capaz de te casar...

Tempo

Classificados

Edição Impressa (CM)

Edição Impressa (MF)

Newsletter

subscrição de newsletter

mapa do site

2008 © todos os direitos reservados ARCADA NOVA - comunicação, marketing e publicidade, S.A. | concept by: Cápsula - soluções multimédia