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Ideias Políticas

2019-11-05 às 06h00

Hugo Soares Hugo Soares

Contou-se recentemente o sexto aniversário da vitória da Coligação Juntos Por Braga nas eleições autárquicas. Estamos, pois, precisamente a meio do percurso de governação que Ricardo Rio se propôs fazer. Este é por isso um momento de excelência para fazer o competente balanço e perspetivar o futuro. Hoje, aqui o balanco. De hoje a quinze, perspetivamos o futuro.
Ninguém negará que Braga é hoje uma outra cidade. Aberta, mais cosmopolita, mais atrativa, mais pujante, mais dinâmica e mais solidária.
Braga é mais aberta porque não se esconde no seu reduto; catapulta-se com as cidades com quem se gemina, abre-se com os eventos que promove com as candidaturas ambiciosas que preconiza.
Braga é também mais cosmopolita designadamente pelo aumento exponencial do turismo e dos residentes estrangeiros que cá se fixam.
Mais pujante porque atinge números de crescimento económico acima da média nacional, com indicadores quer ao nível das taxas de empregabilidade quer ao nível das exportações que posicionam o nosso concelho nos melhores índices nacionais.
Mas também mais dinâmica pela diversidade de acontecimentos que promove, pela variedade da oferta cultural e pela multiplicidade de acontecimentos que fomenta.
Braga é, finalmente, mais solidária porque é mais justa com quem precisa: nas políticas de saúde, de habitação ou de proximidade.
Ora, tudo o que acabei de dizer parece pouco se não concretizado. É por isso que importa lembrar a nossa Braga como Cidade Europeia do Desporto ou cidade Criativa da Unesco no domínio das Media Arts. Ou a ambiciosa candidatura a Capital Europeia da Cultura porque todos nos mobilizamos.
É também para não ser acusado de não descer ao concreto que lembro os indicadores turísticos que não param de subir, o comércio que não pára de abrir e crescer, ou as dezenas de empresas que investem e se fixam em Braga como a Bosch, a Farfetch, a Outsystems, a Fujitsu e tantas e tantas outras que impulsionam o crescimento e o emprego. Mas convém não esquecer, noutro domínio, nas organizações que atraem milhares de visitantes ao nosso concelho a Noite Branca, a Braga Romana, a organização de Final Four da Taça da Liga, a agenda sempre cheia e eclética do Theatro Circo ou do Altice Forum Braga ou outros dos mais diversos carizes.
Mas porque é para as pessoas que as cidades existem, e sobretudo para proteção de quem mais precisa que as políticas públicas se devem direcionar que importa salientar a projeto pimpolho, o projeto de saúde oral que leva a medicina dentária a tantos que de outra forma nunca teriam acesso, a gratuidade dos manuais escolares ou ainda a politica de habitação social.
Apesar de todos os espartilhos financeiros que são tantos (se nos lembrarmos que face ao custo total do Municipal de Braga e ao número de lugares, cada lugar no Municipal de Braga custa quase 60 mil euros!!!!! em comparação com a metade dos demais estádios dos denominados grandes – só para se perceber do que falo….!), podemos dizer que Braga cresceu com e para as pessoas. Para os bracarenses: e assim é que vale a pena!

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