Correio do Minho

Braga, sexta-feira

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Obviamente, Paulo Rangel

As vivências da emigração portuguesa nos palcos do teatro

Obviamente, Paulo Rangel

Ideias

2019-02-28 às 06h00

José Manuel Fernandes José Manuel Fernandes

A União Europeia (UE) corresponde a um sonho dos seus fundadores que se tornou realidade. Paz é a palavra mais importante para a definir. A Paz foi de tal forma alcançada, e com um sucesso tal, que hoje a damos – erradamente – como absolutamente adquirida.
A UE será sempre uma construção imperfeita e, por isso, inacabada. Mas os objetivos da sua contínua construção permanecerão inalterados. A solidariedade é uma marca da UE. A política de coesão, com o objetivo de diminuir as disparidades regionais, corresponde a cerca de 1/3 do orçamento da UE. Uma solidariedade que também é externa. uma vez que a UE é responsável, no planeta, por cerca de 60% da ajuda humanitária e ao desenvolvimento.
A UE representa valores. A defesa da vida e da dignidade, a liberdade, o Estado de Direito e a democracia têm de ser constantemente reforçados.

Num mundo global, venceremos a globalização, enfrentaremos com sucesso todos os desafios, se estivermos unidos, se partilharmos, se defendermos concertadamente o bem comum.
O problema tem sido a falta de união e, muitas vezes, também as poucas competências e recursos financeiros que damos à UE. As competências na área da educação, emprego, social, fiscal, juventude, defesa, entre outras, são nacionais. Mas, quando há insuficiências e problemas, a culpa é sempre de “Bruxelas”, da UE. Como repito muitas vezes, temos a tendência para nacionalizar os sucessos e europeizar os insucessos. O orçamento da UE é pequeno e não dá para responder a todas as solicitudes. Mesmo assim, Portugal recebe cerca de 12 milhões de euros por dia da UE e mais de 80% do investimento público em Portugal resulta dos fundos europeus.
Mas a UE, as suas instituições e as suas respostas não são perfeitas!

Temos a obrigação de construir uma melhor Europa. É um imperativo para nós e para o Mundo. É que sem a UE ficamos, entre outros, com Trump, Putin, Xi Jinping, Bolsonaro...
Temos de combater os nacionalismos, os egoísmos, os extremismos de esquerda e direita. Precisamos de nos integrar para combater a fraude e evasão fiscal, concluir a União Bancária para os bancos assumirem os seus próprios erros e os contribuintes não serem obrigados a pagar, ter mecanismos europeus de estabilização em caso de crises e avançar para uma UE mais justa e igual. Mas cada Estado-Membro tem de fazer a sua parte! Não é aceitável andar a “pregar” a solidariedade e não a praticar! Note-se como o governo de António Costa despreza o interior, a segurança das pessoas e corta em áreas essenciais como a saúde, afetando sobretudo os mais pobres. A ação do governo e da esquerda radical que o apoia é contrária ao que “pregam”.

A participação nas eleições europeias é fundamental. Quem não quer a UE, quem pretende que Portugal abandone a moeda “euro”, pode votar no PCP ou no Bloco de Esquerda. Quem defende a UE deve votar em quem tem mais força e influência na UE. Não tenho dúvidas que a escolha é Paulo Rangel.
Para além da competência, tem influência, sendo vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE) e do Grupo Parlamentar do PPE. Paulo Rangel foi fundamental para evitar sanções a Portugal. Conseguimos, por exemplo, que o coordenador do PPE na Comissão do Desenvolvimento Regional, Lambert van Nistelrooij, se manifestasse contra as sanções. Na mesma altura, assistíamos ao presidente do Eurogrupo, o socialista Jeroen Dijsselbloem, a querer aplicar sanções, enquanto afirmava que os por-tugueses gastavam o dinheiro com vi- nho e mulheres, e por isso mereciam castigo!

Também com Paulo Rangel, e os deputados do PSD, aprovamos um novo Mecanismo de Proteção Civil e temos o Plano Juncker, que já mobilizou mais de 8.800 milhões de euros, apoiou mais de 12.000 PME e criou mais de 140 mil postos de trabalho! Negociamos e aprovamos 50,6 milhões de euros para ajudar as áreas mais afetadas pelos incêndios. Entretanto, desse dinheiro, o governo desviou para si próprio 26,5 milhões de euros, o que mereceu a nossa censura!
Registo ainda que fomos nós, Paulo Rangel e os deputados do PSD, que defendemos, negociamos e aprovamos uma proposta de fundos para Portugal para o período 2021-2027 sem cortes. O cabeça de lista do PS, Pedro Marques, nem a comissária socialista Corina Cretu consegue convencer, uma vez que pretende um corte de 7% nos fundos para Portugal! Defendemos e aprovamos o reforço dos programas para os jovens, para as empresas, para a investigação e inovação.
Para quem quer uma melhor Europa, a escolha está facilitada: obviamente, Paulo Rangel.

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