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Ideias

2016-01-21 às 06h00

José Manuel Fernandes José Manuel Fernandes

No próximo domingo, votamos para eleger o Presidente da República. Nestas eleições, quem perde não pode ser Presidente! A convicção e o voto não serão desvirtuados. Ao contrário das recentes eleições legislativas, onde quem perdeu é hoje Primeiro-Ministro. Uma “inovação” que não viola a constituição, mas se traduziu numa fraude óbvia: os Portugueses votaram na convicção, como sempre, que estavam a eleger um Primeiro-Ministro, e muitos teriam votado diferente se soubessem que quem perdia podia ser o chefe do governo. Este precedente altera o futuro panorama político.

A coligação negativa liderada pelo Partido Socialista, sem ninguém se aperceber, já aumentou a dívida em 12,1 mil milhões de euros. Em Setembro de 2015 estava previsto a necessidade de financiamento através de empréstimos no valor de 59 mil milhões de euros até 2019. Agora, o montante é de 71,2 mil milhões de euros! Para além disso, adiaram-se os pagamentos ao FMI. A táctica é simples: adiam-se os pagamentos e, em simultâneo, faz-se mais dívida.
É uma “receita” já conhecida: contrai-se despesa agora e atira-se o encargo do seu pagamento para cima das gerações futuras. Portugal já experimentou esta forma de “governar” e deu-se mal com ela. Vamos andar, todos, a pagar estas más politicas durante muitos anos.

A ideologia de extrema-esquerda está aí e procura destruir, desfazer. Na educação, de repente, sem nenhuma fundamentação, acabaram com os exames, querem anular os contratos de associação. Com as Misericórdias, querem reverter a entrega dos hospitais. Querem o Estado a fazer e controlar tudo, mesmo nos casos onde o privado e o sector social fazem melhor e mais barato. Este é o caminho para o desastre. Um caminho onde o mérito, o trabalho e o empenho são substituídos pelo facilitismo!

Porque é importante valorizar o mérito, o trabalho e o empenho, nas eleições presidenciais de domingo voto no Prof. Marcelo. É sério, simples, impoluto, competente, brilhante, inteligentíssimo, muito experiente, está preparadíssimo para o cargo. De todos os candidatos, é o mais escrutinado de todos e aquele que melhor conhecemos. Sei que não fará fretes partidários, não é um candidato de facção. Quando teve responsabilidades, deu a estabilidade que Portugal precisava, como prova a viabilização por parte do PSD de três orçamentos de Estado no governo de António Guterres e a realização de uma revisão constitucional onde soube promover o diálogo para atingir consensos.

Em simultâneo, voto num amigo do Distrito de Braga e em alguém que defende as suas raízes. Não me esqueço que foi presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto engrandecendo a terra. Sei que outros, na sua posição, só aceitariam essa candidatura na capital. Anunciou a sua candidatura, no distrito de Braga, em Celorico de Basto, e é no nosso distrito que encerra a campanha. Esteve sempre disponível e de forma generosa, sobretudo em causas sociais que são do conhecimento de poucos e, por isso, as que mais valorizo.

O Prof. Marcelo une, enquanto que os seus principais adversários dividem. Na verdade, Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém dividem o próprio Partido Socialista. É a ala radical e da nova extrema esquerda que se intitula do “novo tempo”, contra a ala moderada do “velho tempo”. As fissuras no Partido Socialista são claras e ideológicas. E como pode ser factor de coesão nacional quem nem um só partido apoiante conseguiu unir?

Tal como a esmagadora maioria dos portugueses, estou convicto que teremos o Prof. Marcelo a Presidente. Mas, para isso, é necessário votar! Estas eleições do dia 24 de Janeiro correm o risco de se traduzirem numa enorme abstenção, apesar de termos um número record de candidatos. Os candidatos a Presidentes da República deviam ser os portugueses mais qualificados e, no mínimo, deviam sentir-se aptos a desempenhar o cargo e conhecerem os poderes de que está investido. Mas há candidatos que não estão preparados para a função. Uns mais populistas, outros moralistas, têm na generalidade o objectivo da notoriedade e do interesse pessoal. Os debates não esclareceram e ora passaram a ideia que a função do presidente da República está esvaziada, ora confundiram. Aquilo que mostraram foi que todos os candidatos elegeram o Prof. Marcelo como alvo.

Como é sabido, o Presidente da República não tem funções executivas, não vai governar. Mas tem a obrigação de unir os portugueses. Se o Prof Marcelo, no próximo domingo, não tiver mais de 50% dos votos, ganhará novamente nas eleições da segunda volta no dia 14 de Fevereiro. É a minha convicção.
O melhor é não perder mais tempo e arrumar já a questão na primeira volta!
Portugal precisa. Voto Por Portugal.

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