Correio do Minho

Braga,

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Repor a verdade por mais CDS, melhor Braga

A Sueca

Ideias Políticas

2015-05-12 às 06h00

Francisco Mota Francisco Mota

A última semana foi marcada, politicamente, pela tomada de posse da Juventude Popular de Braga, estrutura que presido com muito orgulho e determinação em prol da nossa terra e das nossas gentes.

Nesse mesmo momento, tive a oportunidade de discursar perante uma sala repleta de autarcas, amigos, militantes e apoiantes de todas as horas. Mesmo tendo consciência que poderia criar algum incómodo, falei olhos nos olhos e com o desprendimento e frontalidade que me são reconhecidos. Não proferi uma série de ideias soltas ou palavras vazias nem muito menos falei por mim, mas sim por uma equipa. Mas se alguma dúvida tivesse sobre o que tinha escrito, não pelo conteúdo mas pelo momento, a quando do discurso do nosso líder da Coligação Ricardo Rio em que afirmou “Se hoje sou presidente da câmara muito devo à JP e em particular ao Francisco Mota', todas as hesita- ções se dissiparam e parti para o púlpito com a firmeza das palavras e a certeza das ideias. Seria o momento de reflectir sobre o CDS e a gestão municipal.

Sensivelmente a meio referi que “a gestão municipal deve ser perspectivada, desenvolvida e concretizada com a maior transparência e clareza dos objectivos que se pretende alcançar. A visão de cidade e a quali- dade de vida dos nossos concidadãos não podem ser jogados no tabuleiro da politiquice. Para nós, que sentimos diariamente o fervilhar do concelho apontamos para um futuro aonde os centristas possam e devem ser mais representativos e envolvidos enquanto instrumentos de decisão no município. O Futuro de Braga depende muito do que é proposto e planeado hoje. Pelo nosso percurso e história não nos podemos conformar a um acto eleitoral e a uma liderança. Queremos com isto dizer perante todos vocês, de uma forma desprendida e directa que no município e nas empresas municipais faz falta as gentes do CDS”.

Em política a interpretação das palavras é feita de acordo com o que dá jeito e nunca pelo lado objectivo e verdadeiro dos factos. Por mais que tentem fazer jogos de palavras e com isto enganar os bracarenses, ganhar páginas de jornais e justificar trabalho político com a mentira e calúnia, a verdade é que a JP não pediu nem nunca irá pedir a criação de cargos para cumprir este ou aquele favor. Sempre pautamos pela transparência e verticalidade na política, não é por hoje estarmos na liderança do município que iríamos pensar ou agir de maneira diferente.

Mas como é do conhecimento de todos, por opção legal e ao meso tempo democrática existem lugares que são de confiança política e que permitem que se cumpra a vontade do povo manifestado em cada acto eleitoral. Estes mesmos lugares existem em qualquer município do país independentemente da cor ou coligação partidária que o presida. Dessa forma é mais do que legítimo o envolvimento das gentes do CDS em todo o processo de gestão municipal, não só pela sua história mas sobretudo pelo que disse o líder da coligação, fomos e somos um elemento decisivo na vitória que os bracarenses nos quiseram dar. E para que em 2017 possamos responder perante quem nos elege, sem dúvidas nem receios das nossas responsabilidades e opções políticas também devemos ter as mesmas oportunidades de envolvimento e decisão que o nosso parceiro de coligação.

Foi com o valor destas palavras e com a convicção das nossas ideias que proferimos que o CDS deve ter um maior envolvimento no momento de decisão e gestão dos destinos de Braga. Infelizmente a qualidade dos políticos fica muito à quem do que as pessoas esperam e usam de uma forma descontextualizada o título de um jornal para fazer algo a que eles definem de política, sem que tenham perdido dois minutos a ler o seu conteúdo.

Esperando poder ter esclarecido todos os que tivessem dúvidas, continuarei a defender pela legitimidade confiada pelos bracarenses que mais CDS, melhor Braga!

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