Crescimento da economia e ‘Rua E’ animam comércio e ruas de Braga

Braga, Ensino

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Isabel Vilhena

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“Com os recentes indicadores de crescimento da economia, o comércio volta a dar sinais de confiança e os investidores procuram a cidade para apostar em novos negócios”. O optimismo revelado ontem aos jornalistas pelo presidente da Associação Comercial de Braga (ACB), Domingos Macedo Barbosa, momentos antes de se iniciar mais uma iniciativa da ‘Rua E - Que passa fica!’ promovida pela Esprominho - Escola Profissional do Minho em parceria com a ACB.

“Com o crescimento da economia, o comércio começa a dar sinais de confiança e isso é transversal a todas as actividades do comércio e dos serviços”, afirmou o presidente da ACB, realçando que “há muitos investidores de fora que querem apostar em Braga porque vêem que é uma cidade com um forte dinamismo, sempre muito activa. Manter a cidade viva, com alma é o que faz com que tenhamos uma ideia muito positiva para atracção de investimentos”.

Para elevar o espírito de confiança e mostrar a quem passa as tradições do Minho, a ‘Rua E’ propôs-se em mais uma edição “dinamizar a cidade e mostrar a quem nos visita aquilo que são as nossas tradições, a nossa cultura e com isso criarmos notoriedade para a cidade”, explicou Domingos Macedo Barbosa.

Numa iniciativa levada a cabo por alunos de diferentes cursos da Esprominho, nomeadamente do curso de Organização de Eventos; de Design de Moda, de Comércio e Estética, António Teixeira, director pedagógico da Esprominho, explica que a ‘Rua E’ serve também de montra “a estes alunos como forma de mostrar o conjunto de competências e conhecimentos e de actividades que vamos desenvolvem na escola. Estar na rua e mostrar aquilo que nós sabemos é uma forma de estimular e de criar conhecimento e desenvolver novas competências”.

As ‘Tradições do Minho’ foi o tema escolhido para edição deste ano da ‘Rua E’. E quem passou ontem pelo centro não ficou com certeza indiferente à programação da iniciativa que contou com a animação de cabeçudos e sombras, actuação de bombos pelos alunos da EB 2,3 de Amares; o desfile de cabeçudos com a Associação Ida e Volta; uma exposição de trajes do Rancho de Celeirós; rastreios e momentos musicais com a fadista Paula Barroso e o Grupo de Cordas e Cantares os Teclenses.

A ‘Rua E - Quem Passa fica!’ regressa no próximo ano, mas em moldes diferentes, ou seja, num modelo de itinerância, deixando de se realizar só nas ruas centrais da cidade. “Este novo modelo surgiu como resposta ao repto lançado por António Barroso da câmara municipal de descentralizar a iniciativa.”Estamos a pensar no modelo de itinerância. Ir para outras zonas pedonais de outras freguesias, como S. Lázaro ou Maximinos e poder desenvolver essas actividades respondendo ao repto que foi lançado pela autarquia”, anunciou António Teixeira.

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