Promover a disciplina é prioridade no Agrupamento de Escolas André Soares

As Nossas Escolas

autor

Patrícia Sousa

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A promoção da disciplina continua a ser uma prioridade para o Agrupamento de Escolas André Soares. E este foi um dos grandes motivos que levou a directora a aceitar o desafio de assumir mais um mandato à frente dos destinos da instituição. A pensar nisso, Maria da Graça Moura adiantou que, a partir de Setembro, vai ser desenvolvido “um plano atento que envolverá toda a comunidade”.

O “grande querer” que a escola seja “um lugar de respeito, onde a disciplina seja inquestionável” foi um dos motivos que levou Maria da Graça Moura a continuar a gerir os destinos do agrupamento. “Há muito a fazer, todos os dias acontecem situações que carecem de mudança, mudança de atitude, mudança de comportamento, mudança na forma como nos situamos perante a instituição responsável por grande parte do percurso de vida dos nossos jovens”, justificou a directora, acreditando que “só com sensibilização e formação é possível fazer alterações duradouras e não com processos disciplinares, castigos ou punições”.

A atitude e a colaboração dos encarregados de educação é, de acordo com aquela responsável, “o primeiro passo para que a vontade de todos os responsáveis pelo bom funcionamento, professores, assistentes técnicos e operacionais, seja bem sucedida”. Serão muitas, por isso, as campanhas de sensibilização. “A criação de equipas atentas, sessões de formação, o estabelecimento de parcerias com entidades locais que poderão contribuir para alteração de compor- tamentos, a responsabilização e envolvimento dos alunos são fundamentais. É preciso dar a voz ao aluno, ao encarregado de educação, ao professor, ao assistente técnico e operacional, ouvir as suas ideias e as suas críticas para que a mudança seja efectiva”, defendeu a directora, acreditando que em Setembro todos estão na escola “com energia suficiente para cultivar um ambiente saudável, onde as aprendizagens sejam efectivas e duradouras”.

A partir de Setembro, o agrupamento vai desenvolver formas de promoção de bem-estar e disciplina entre os jovens. “A responsabilidade de toda a comunidade na boa orientação dos alunos, possibilitando-lhes uma formação adequada, num ambiente de respeito, serenidade e crescimento saudável, é inegável. Todos a devemos assumir”, apelou aquela responsável. E Maria da Graça Moura foi mais longe: “não devem ser permitidos comportamentos de desrespeito pelos professores, pelos assistentes operacionais e técnicos, não devem ser permitidos comportamentos em sala de aula que prejudiquem os alunos. Toda a comunidade educativa devem ser respeitada como modelo de formação que são”.

Além disso, o mau comportamento é, grande parte das vezes, “um sintoma, um alerta, um aviso, no limite um pedido de ajuda”, confirmou a directora. Por isso, “a escola precisa de equipas atentas, de equipas com formação em intervenção social, acompanhamento psicológico, especialista, que ajudem a alterar situações que colocam em risco as condições para o bom funcionamento, impedindo o professor de exercer a sua actividade na plenitude”.

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