Autarca de Amares quer reforçar empregabilidade

Cávado, Economia

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A empregabilidade continua a ser uma prioridade para o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, que esteve, esta semana, nas instalações da Santa Casa de Misericórdia de Amares e na S.A.P. Metal - Araújo&Paredes, acompanhado pelo delegado da Região Norte do IEFP - Instituto Emprego e Formação Profissional, António Leite, e pelo director do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Braga, Carlos Menezes.

“O nosso concelho registou um decréscimo significativo na taxa de desemprego e esta é uma área em que vamos continuar a apostar com a concretização de políticas que promovam a empregabilidade, nomeadamente através do apoio ao sector empresarial do concelho. Temos em Amares empresas que se destacam no país e no mundo pela qualidade do trabalho que desenvolvem. Isso é um orgulho para nós. São uma referência e uma esperança para os nossos jovens, empreendedores e empresários”, referiu Manuel Moreira.

O edil realça a importância da proximidade à realidade económica e social do concelho para uma estratégia conjunta de captação de investimento com vista a desenvolver um concelho inovador e competitivo, com uma mão de obra qualificada que dê respostas de qualidade aos desafios impostos.

Com o objectivo de dar a conhecer aos responsáveis do IEFP um pouco mais a realidade do concelho, quer no que diz respeito à oferta empresarial e dos serviços disponíveis, quer no que concerne às preocupações sentidas em termos de mercado de emprego, capacidade de atracção de investimento e fixação das pessoas, o presidente de Amares procurou sensibilizá-los para aquelas que são “as necessidades mais urgentes”.

Revelando-se “muito impressionado pelo dinamismo, qualidade do trabalho e das valências” que visitou em Amares, o delegado da Região Norte do IEFP reconheceu que “é sempre uma oportunidade excelente” ir ao terreno, conhecer as pessoas, as condições, as dificuldades e as potencialidades das empresas e serviços.

“Podemos, a partir daqui, estabelecer uma colaboração mais próxima e mais baseada na realidade, menos nos modelos, e mais naquilo em concreto que as empresas necessitam”, referiu.
“O que temos de fazer é continuar a apoiar estas empresas e torná-las conhecidas para também melhorar a moral e produzir mais riqueza para o país”, sublinhou, adiantado que, desta visita surgiu a ideia de “implementar um programa de formação na área da metalomecânica que permita formar trabalhadores de forma a responder às necessidades desta empresa, quando esta empresa vier a crescer”, como é intenção já manifestada pelo proprietário que sente necessidade de mão de obra qualificada para dar resposta à expansão da empresa.

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