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As Nossas Escolas

2019-04-08 às 06h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

Perto de duas centenas de alunos do 12.º ano do Colégio D. Diogo de Sousa subiram ao palco do auditório, na passada sexta-feira à noite, para o sarau cultural que todos os anos ‘brinda’ a comunidade educativa com um espectáculo memoráv

Uma viagem memorável. A hora de embarque estava marcada para as 21.30 horas com destino a diferentes países dos seis continentes: América, Europa, África, Ásia, Oceania e Antártida.
Com o auditório repleto e ávido de embarcar nesta ‘Volta ao Mundo’, cerca de 180 alunos (160 em palco e 20 nos bastidores) do 12.º ano do Colégio D. Diogo de Sousa protagonizaram, na passada sexta-feira à noite, o sarau cultural que todos os anos ‘brinda’a comunidade educativa com este espectáculo.

A viagem demorou mais de três horas, convidando pais, professores, amigos, colegas e antigos alunos a vivenciar uma experiência única, de uma viagem cultural pelo mundo. “É uma viagem cultural. A cada turma foi atribuído um continente que, de uma forma muito criativa, interpretou as idiossincrasias dos povos de cada continente. Eles têm uma criatividade incrível e este é o coroar de todo o trabalho”, explicou Sandra Mesquita, professora de português e responsável pela organização deste sarau cultural.

O director do Colégio D. Diogo de Sousa, padre Cândido Azevedo de Sá, realça que “este é o momento alto do ano lectivo em que os alunos do 12.º ano preparam, com muito entusiasmo e dedicação, o sarau cultural que contempla momentos de dança, música e teatro”, sublinhando a dimensão de escola cultural, cada vez mais, vincada no colégio. “É um momento importante que mostra que os nossos alunos, para além da dimensão curricular e académica, se preocupam com outras dimensões que são importantes na vida futura”.

O director do Colégio D. Diogo de Sousa acrescentou ainda que “este sarau é também um momento em que os alunos do 12.º ano intensificam a união entre as turmas, que resulta num espectáculo muito bonito que eles preparam com muito rigor e dedicação e que é um espectáculo com muita qualidade”.

O sarau cultural é um momento vivido com muita intensidade pelos alunos finalistas do 12.º ano. “Este sarau marca a passagem destes alunos pelo colégio. Eles lembram sempre com muito orgulho e carinho este espectáculo que é uma espécie de despedida e isso marca-os bastante e liga-os para sempre ao colégio”, contou o padre Cândido Azevedo Sá.
A primeira actuação coube à ex-aluna, Carolina Assunção, que cantou ‘Shallow’ do filme ‘Assim nasce uma Estrela (A Star Is Born), o que espelha este sentimento comum quase ‘umbilical’ que une alunos e ex-alunos do Colégio D. Diogo de Sousa.

Alerta para aquecimento global

Ao longo do sarau, seis turistas com características muito peculiares conduziram e animaram esta longa ‘viagem’, marcada pela boa disposição e alegria dos participantes.
Inês Baptista representava a turista mais animada e, em contraste, Miguel Ribeiro era o turista sério sempre com intervenções esclarecidas e ponderadas. A juntar ao grupo, havia ainda o atrasado, o pontual, o pessimista que estava sempre com medo que o avião caísse e a ‘diva’ que era a mais “chique”.

Momentos antes de iniciar o espectáculo, Inês e Miguel mostravam alguma ansiedade e a responsabilidade de subir ao palco perante um auditório cheio. “É desafiante e uma responsabilidade”, disse Inês. “É o último ano e este sarau é uma forma de despedida mais emocional do colégio que me acolheu desde o 5.º ano e não me imaginava noutro lugar”, confessou. Miguel já frequenta o colégio desde o 2.º ano do 1.º ciclo e partilha do mesmo sentimento de pertença à instituição que “vai deixar muitas saudades”.

Nesta viagem, a Antártida não foi esquecida. O que acontece na Antártida, sabe-se hoje, tem implicações globais. Segundo alguns cientistas, as mudanças que ali ocorrerem podem ter efeitos importantes e directos no clima, no nível do mar e nos ecossistemas marinhos do resto do mundo.
Por isso, os alunos do Colégio D. Diogo de Sousa chamaram a atenção para este fenómeno do aquecimento global, alertando que é preciso actuar, sob pena de um dia ser tarde.

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