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As Nossas Escolas

2018-06-03 às 10h14

José Paulo Silva

Três centenas de antigos alunos voltaram, ontem, ao Sá de Miranda. Um reencontro que começou com um desafio lançado na rede Facebook.

Três centenas de alunos da década de 80 da Escola Secundária Sá de Miranda reencontraram-se ontem no estabelecimento de ensino que ainda teimam em chamar de Liceu. A página de Facebook Liceu Sá de Miranda - Década de 80 - O Reencontro, criada em Abril passado, já com quase três mil seguidores, foi o impulso que levou um grupo de antigos estudantes a promoverem o convívio que ficou assinalado com uma placa comemorativa e muitas recordações de tempos passados numa escola marcante para uma geração de bracarenses mas também de jovens dos quatro cantos do Minho.

Os anos 80 foram uma década marcante, uma década de crescimento económico e social e de integração de muita gente que veio do Ultramar, considerou Carlos Louro, um dos organizadores do reencontro de ontem.
A escola era praticamente a nossa casa, adiantou este ex-aluno do Sá de Miranda, destacando a mística que o estabelecimento de ensino mantinha num tempo em que o associativismo estudantil era pujante.
Paulo Aragão veio na década de 80 do século passado de Vila Real estudar para a Escola Secundária Sá de Miranda. A família regressou?às origens e Paulo optou por aquele que foi o Liceu do seu pai, diferente de todas as outras escolas da cidade de Braga, até pelos espaços e pela arquitectura. A quinta e a cerca davam-lhe um ambiente especial, sublinha este ex-aluno.

Ontem, os participantes no reencontro dos estudantes da década de 80 voltaram a provar as sandes de sêmea da D. Minguinhas, dona de um pequeno estabelecimento da Rua Conselheiro Januário, que servia a iguaria muito procurada por alunos e professores da Escola Sá de Miranda até 1983.
Luís Barreiro, filho do padeiro que criou a sêmea que D. Minguinhas recheava com chouriço, queijo, fiambre ou marmelada, recriou, na cerca da Escola Sá de Miranda, a banca do antigo estabelecimento e voltou a oferecer as sandes aos participantes no Reencontro, uma entrada muito especial que antecedeu um jantar de convívio para o qual se inscreveram 258 ex-alunos, qie já não tiveram pagar os 2$50 escudos que D. Minguinhas cobrava por cada sande no ano em que fechou o pequeno estabelecimento em frente ao Sá de Miranda para se deliciarem com umn pitéu que já não provavam há mais de três décadas.

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