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Braga, quarta-feira

Barcelos: Institutos politécnicos contribuem para democratizar ensino superior
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Cávado

2019-03-10 às 11h00

José Paulo Silva

IPCA acolheu reunião para análise do estudo de avaliação do impacto dos institutos superiores politécnicos no desenvolvimento das regiões.

O Instituto Politécnico do?Cávado e Ave (IPCA) acolheu recentemente uma reunião para análise do estudo de avaliação dos impactos das actividades dos institutos politécnicos nas regiões. O estudo está a ser efectuado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-UL), com o objectivo de avaliar os impactos económicos, sociais e culturais da actividade destas instituições de ensino superior nas regiões, incluindo o alinhamento dos institutos superiores politécnicos Portugueses com as estratégias de especialização inteligente das respectivas regiões.
Os responsáveis do estudo destacam que não se pretende estabelecer uma comparação competitiva entre os vários institutos politécnicos, mas sim fazer um diagnóstico geral, com vista a identificar os pontos fortes e as oportunidades estratégicas de cada instituição em função das especificidades da região que serve e onde se insere.
Este estudo está a ser realizado noutras instituições e regiões do país, nomeadamente em 13 institutos politécnicos.
Dos resultados preliminares apresentados, bem como da discussão com os ‘stakeholders’ convidados que se seguiu, realça-se o papel dos institutos politécnicos na democratização do acesso ao ensino superior, dado o efeito de proximidade às populações de territórios mais afastados dos grandes centros.
Cerca de um terço dos estudantes dos politécnicos tem origem na região onde estão implantados e 55% ficam na região logo após a conclusão dos seus cursos. Destaca-se também o contributo dos institutos politécnicos na qualificação da popu- lação e valorização profissional ao longo da vida, onde o IPCA tem uma posição de destaque com a oferta formativa em regime pós-laboral.
Na reunião marcaram presença Maria José Fernandes, presidente do IPCA; José Teixeira, CEO da DST; Benjamin Pereira, presidente da Câmara Municipal de Esposende; Miguel Bandeira, vereador da Câmara Municipal de Braga; Adelina Pinto, vice- -presidente da Câmara Municipal de Guimarães; Sérgio Agrelos, administrador da F3m; Rui Alberto Martins Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo; Carlos Manuel da Silva Rodrigues, vice- -presidente do IPVC; Florbela Maria Correia, coordenadora do estudo do IGOT pelo IPVC; Jorge Mendes, presidente da Câmara Municipal de Valença; José Luís da Rocha Ceia, presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo; Francisco Araújo, director da In.Cubo – Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras; Carla Maria Barbosa, directora da Academia de Música de Viana do Castelo e da Escola Profissional Artística do Alto Minho; Mário Vale e Luís Carvalho, do IGOT; Laurentina Vareiro, coordenadora do estudo do IGOT pelo IPCA, assim como outros elementos internos do IPCA.

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