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Desporto

2019-06-17 às 06h00

Lurdes Marques

Desafio electrizante que apenas foi resolvido na marcação das grandes penalidades. Formação vimaranense foi mais forte, numa tarde onde os guarda-redes estiveram em grande plano.

O Estádio dos Moinhos Novos, na Póvoa de Lanhoso, recebeu , ontem, a Taça dos Campeões do Minho, num jogo que colocou um ponto final nas competições desta época. Na 'arena' marcaram presença os campeões distritais das Associação de Futebol de Braga e Viana do Castelo, respectivamente, o Berço e o Cerveira. Duas grandes equipas num grande jogo, naquele que foi um verdadeiro hino ao futebol. Momentos arrepiantes, jogadas electrizantes e defesas quase do 'outro mundo' levaram a que fossem as grandes penalidades a decidir o vencedor . Bancada cheia, com destaque para a claque jovem do Cerveira, incansável no apoio à sua equipa durante todo o jogo. Foram precisos onze penaltis para o apuramento do campeão, que teve como grande herói, o guarda-redes do Berço, Luís, marcador do penalti que deu o título de campeão do Minho ao Berço.

Quanto ao jogo, o Cerveira entrou melhor na partida e o primeiro remate do encontro, logo no primeiro minuto, pertenceu a Tiago, com a bola a sair por cima da baliza de Luís.
Aos 11 minutos, Marafona brilhou e, ao estilo do hóquei em patins, esticou o pé para afastar o esférico, que levava selo de golo, num remate de Hugo. Uma tarde de grande inspiração para o guarda-redes do Cerveira, que teve uma mão cheia de grandes intervenções.
Do lado do Berço, Edu e Chico, aos 12 e 24 minutos, tentaram a sua sorte mas o maior arrepio surgiu aos 30 minutos, numa grande perdida de Rui Gomes que, de toque de calcanhar, enviou a bola por cima.

Aos 43 minutos, Jovino saiu lesionado, naquele que foi o último jogo da carreira. Uma saída emocionada, com o jogador do Cerveira a receber o conforto dos colegas.
No segundo tempo, jogo mais repartido e mais vibrante. Aos 56 e 58 minutos, Marafona com duas grandes defesas a negar novamente o golo ao Berço, após jogadas de Edu e de Endric.
Aos 63 minutos, foi a vez do Cerveira testar os reflexos de Luís, com Joel a tirar o cruzamento e Peixoto a relatar à baliza contrária, obrigando Luís a aplicar-se.

Aos 73 minutos, cruzamento de Paulinho com o esférico a chegar a Rui Gomes, que remata ao lado da baliza do Cerveira, desperdiçando uma boa oportunidade. E se desta foi ao lado, aos 73 minutos, a bola foi ao poste da baliza, surpreendendo Marafona.
Os minutos finais foram emotivos, com as duas equipas a dar tudo por tudo para chegar ao golo. Aos 88 minutos, Zé Pedro obriga Marafona a desviar o esférico para canto e, aos 90 minutos, é Diogo Cunha que coloca à prova Luís.
Ambos os guarda-redes estiveram em grande plano mas foi Marafona que teve uma tarde de muita inspiração.

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