Correio do Minho

Braga, terça-feira

- +
Câmara de Braga credora de mais de meio milhão em refeições escolares
Lagoas de Ponte de Lima somam 19 anos de existência

Câmara de Braga credora de mais de meio milhão em refeições escolares

Escola Básica Braga Oeste premeia o mérito escolar de 44 alunos

Câmara de Braga credora de mais de meio milhão em refeições escolares

Braga

2019-10-22 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Presidente denunciou ontem que o Ministério da Educação ainda não liquidou comparticipação das refeições escolares do ano lectivo 2018/19.

A Câmara Municipal de Braga ainda não recebeu um cêntimo relativo à comparticipação do Ministério da Educação nas refeições escolares dos alunos do concelho servidas no ano lectivo transacto.
A questão foi levantada pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, ontem, na reunião quinzenal do executivo municipal com um apelo aos vereadores socialistas para que intercedam junto da tutela.
O montante por liquidar supera o meio milhão de euros revelou Ricardo Rio.
O edil deu conta que já houve contactos com o responsável regional norte da Direcção-Geral do Estabelecimentos Escolares (DGEstE) para tentar regularizar os pagamentos, mas ainda sem resultados.
Ricardo Rio explicou que o município foi liquidando o valor das comparticipações aos parceiros que fornecem as refeições escolares no prazo de um/dois meses da prestação do serviço, mas não recebeu a contrapartida do Ministério da Educação.

O edil assume que “é um valor relevante para a tesouraria da autarquia”.
Em nome dos vereadores do PS, Liliana Pereira assumiu que “é muito mau” se as transferências não estão a ser feitas e manifestou disponibilidade para diligenciar, nomeadamente através dos deputados do partido eleitos pelo círculo de Braga.
"Enquanto oposição, o PS tem já algum histórico desta pressão" afirma Liliana Pereira. "Tem sido o nosso papel fazer pressão junto de quem de direito para que os problemas sejam resolvidos" reforçou a vereadora socialista.

Assistentes operacionais dividem

A falta de assistentes operacionais em várias escolas do concelho voltou à discussão na reunião quinzenal do executivo municipal.
A Câmara, pela voz do presidente Ricardo Rio, entende que não faz sentido substituir-se ao Ministério da Educação e que deve haver uma alteração no cálculo dos rácios que contam os trabalhadores em situação de baixa prolongada.
O PS, através da vereadora Liliana Pereira, sustenta que o problema está diagnosticado e que “a Câmara deveria olhar para as prioridades e assumir algumas substituições do próprio bolso”, denunciando que “há é falta de vontade política”.
O vereador da CDU, Carlos Almeida, aponta que “continuar assim é insustentável” e defende que “em algum momento, o município vai ter que assumir a sua responsabilidade”.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.