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Contrato de trabalho do comércio revisto

Braga

2019-09-12 às 06h00

Redacção Redacção

Actualização das tabelas salariais com um aumento anual na ordem dos 2%, é uma das principais alterações que constam neste acordo de revisão assinado entre as associações empresariais do distrito e sindicatos.

As associações empresarias do distrito e os sindicatos assinaram, na terça-feira, um acordo de actualização do Contrato Colectivo de Trabalho do Comércio do distrito que não era revisto há dez anos.
Entre as principais alterações acordadas está a actualização das tabelas salariais, que vão sofrer um aumento anual na ordem dos dois por cento, assim como um aumento do subsídio de alimentação.
Há ainda um conjunto de alterações que pretendem conferir uma actualização e maior flexibilização nas relações de trabalho abrangidas por este contrato colectivo, como por exemplo, as novas condições de remuneração do trabalho extraordinário.

O acordo de revisão foi assinado na sede da Associação Comercial de Braga (ACB), local onde estiveram presentes as associações empresariais do distrito e duas estruturas sindicais: o Sindicato do Comércio, Escritórios, Serviços, Alimentação, Hotelaria e Turismo (CESAHT) e o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho (CESMINHO).
O presidente da ACB referiu que graças ao “diálogo construtivo” que se estabeleceu nos últimos meses, foi dado um novo e importante impulso à contratação colectiva e ao diálogo entre as partes.

“Iremos manter com os sindicatos o diálogo necessário que permita dar continuidade ao trabalho de modernização deste importante instrumento de regulamentação das relações de trabalho”, afirmou Domingos Barbosa , apontando como exemplo, a revisão geral da classificação das categorias profissionais associados a este contrato colectivo, que deverá incluir a introdução de novas categorias, bem como a supressão e a redesignação de outras no sentido de acompanhar a evolução das profissões e dos sectores de actividade nele representados.
“Com este acordo, damos também o nosso contributo para a recuperação do dinamismo da contratação pública em Portugal nos últimos anos”, continua o dirigente, considerando que o futuro da contratação colectiva se afigura “promissor”, sendo expectável que assuma um paradigma de maior estabilidade.

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