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Braga, sábado

Convívio Amigos Teclenses homenageia filhos da terra e ex-combatentes já falecidos
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Convívio Amigos Teclenses homenageia filhos da terra e ex-combatentes já falecidos

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Braga

2018-09-24 às 06h00

Isabel Vilhena

Os teclenses já falecidos vão ser homenageados com uma missa no cemitério municipal. A colocação de uma pequena lembrança e a deposição de uma coroa de flores aos ex-combatentes integram o programa do 16.º Convívio Amigos Teclenses.

A devoção a Santa Tecla e o bairrismo de pertencer a este lugar voltou a juntar os filhos da terra para festejar as grandiosas Festividades em honra de Santa Tecla.
A comissão de festas é composta por um grupo de amigos - Jorge Marques, António Ferreira, Ana Cristina Machado, Vitor Machado, Andreia Valverde, Mário Talaia e José Augusto Fernandes - que assumem “com orgulho” a missão de erguer estas festividades e realizar, no dia 5 de Outubro, o 16.º Convívio Amigos Teclenses.
“Queremos que esta festa seja um exemplo para a cidade e tudo o que depender de nós será cada vez melhor”, contou Jorge Marques.

‘O bairrismo é o orgulho dos Teclenses’ é o lema do Grupo Desportivo e Recreativo de Santa Tecla que diariamente “lutam” para que este lugar permaneça vivo no seio da comunidade.
O tema escolhido para o convívio deste ano é uma homenagem aos teclenses já falecidos, com uma uma missa no cemitério onde, posteriormente, será colocada uma pequena lembrança nas respectivas sepulturas.
“Todos os convívios são temáticos. Há três anos foi a oferta da imagem de Santa Tecla à capela, no ano seguinte erguemos o mural aos teclenses que estiveram no Ultramar e o ano passado foi o melhoramento dos escadórios da capela”, explicou Vitor Machado.

A requalificação do espaço envolvente à Capela de Santa Tecla é também uma intervenção há muitos anos aguardada pelos teclenses. Para este local está previsto uma intervenção da Câmara Municipal de Braga com vista à criação de um parque no coração de S. Victor.

Antiga Escola de Santa Tecla ‘renasce’ para dar melhores condições ao grupo desportivo

A antiga escola primária de Santa Tecla vai permitir ao Grupo Desportivo e Recreativo de Santa Tecla (GDR) melhorar as condições do espaço e alargar as modalidades ali desenvolvidas.
As obras já estão em curso, com o apoio da câmara municipal, e vão contemplar o interior do edifício e a fachada da antiga escola.
Numa primeira fase, serão criados dois salões polivalentes e três salas na parte inferior e, gradualmente, o GDR Santa Tecla, “vai fazendo pequenas obras de melhoramento de modo a criar melhores condições às crianças e jovens que frequentam as várias actividades que vão desde o judo, ao cavaquinho, ténis de mesa, viola e zumba”, contou Jorge Marques, da direcção do Grupo Desportivo e Recreativo de Santa Tecla, acrescentando que, além de melhorar as condições das actividades existentes, vai também permitir alargar a outras modalidades”.

A antiga escola de Santa Tecla é, acima de tudo, um espaço de memória. Todos aprenderam a ler e a escrever nesta escola. “Continuamos a usufruir de um espaço que atravessou várias gerações. Eu e a minha mãe tivemos a mesma professora”, contou Jorge Marques.
Ana Cristina Machado, tem 49 anos, e pertenceu à última geração da antiga Escola Primária de Santa Tecla. “Tenho boas recordações do recreio e da professora”.
Ana Machado nasceu e continua a residir em Santa Tecla. “O orgulho de ser teclense” leva-a pertencer ao Grupo Desportivo e Recreativo de Santa Tecla que mantém esta comunidade unida a este lugar que, todos os anos, se junta para promover o convívio dos amigos teclenses.

Nascido e criado em Santa Tecla, Vitor Machado já não reside neste lugar da cidade, mas o sentimento de pertença a este sítio é “forte e permanece no tempo”.
Já António Ferreira é natural de Esposende, mas reside há vários anos em Santa Tecla e “já se sente teclense”.
As grandiosas festividades em honra de Santa Tecla, padroeira deste lugar da cidade, decorreram este fim-de-semana com um programa festivo bastante animado que abriu com a actuação do grupo de cordas e cantares ‘Os Teclenses’, seguido do Grupo Raízes do Cávado.
Os ‘Geraldinos’ animaram as ruas do lugar e a orquestra ‘Uskadavila’ animou a noite de sábado que culminou com uma grandiosa sessão de fogo de artifício.

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