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Deputados do PSD ouvem preocupações do distrito
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Deputados do PSD ouvem preocupações do distrito

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Deputados do PSD ouvem preocupações do distrito

Braga

2019-12-06 às 08h03

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Eleitos do PSD à Assembleia da República voltam ao círculo que os elegeu para auscultar as preocupações das instituições do distrito.

Um mês volvido da posse como deputados à Assembleia da República, os eleitos do PSD pelo círculo eleitoral de Braga regressaram ao terreno para ouvir as instituições mais representativas, a começar pelo arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, e pelo reitor da Universidade do Minho (UMinho), Rui Vieira de Castro.
À saída da segunda reunião, na Reitoria da UMinho, o deputado André Coelho Lima mostrou-se mais preocupado em fazer estas reuniões depois do que antes das eleições, justificando com um “objectivo de trabalho e de auscultação da comunidade”.

Apesar de ser uma entidade canónica, o deputado sublinhou que o arcebispo “é altamente representativo da comunidade” por “ter rede intrincada em todo o distrito” ao nível de instituições particulares de solidariedade social (IPSS).
De D. Jorge Ortiga, os deputados do PSD ouviram preocupações quanto à sobrevivência financeira das IPSS, em particular as da Igreja que “têm que receber todos aqueles que necessitam de amparo”.
O isolamento dos idosos, associado à desertificação das zonas do interior do distrito, e a habitação foram outras preocupações manifestadas pelo arcebispo, revelou André Coelho Lima.
O subfinanciamento das universidades é a grande preocupação do reitor da Universidade do Minho, aliado à circunstância do método de financiamento não premiar o comportamento das universidades na captação de financiamento próprio, apontou o o porta-voz dos deputados do PSD eleitos por Braga.
André Coelho Lima realçou que a Universidade do Minho consegue assegurar tantas receitas, com os seus projectos de investigação, quanto o que recebe por via do Orçamento de Estado, “mas depois isto não é discriminado positivamente”.

Neste contexto, o deputado do PSD critica o Governo por “não ver as universidades e o meio académico como uma aposta estratégica como deveriam ser”.
“Não há o arrojo, o rasgo de ver as universidades como um sector estratégico de desenvolvimento” reforça, remetendo as universidades para questões de tesouraria e financeiras “que não deveriam ser a grande preocupação das universidades”.
O reitor da UMinho manifestou ainda preocupação com o protelar de soluções ao nível de residências universitárias.
Neste caso, “é gritante”, considera André Coelho Lima, porque já existe um compromisso do Governo, em Braga e em Guimarães, de libertação de edifícios que já são do Estado para que a Universidade possa usar como residências. “O que falta para que sejam uma realidade não sabemos, mas vamos saber”.

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