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Braga

2019-11-08 às 12h44

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Publicação ‘30 Anos Já’, que celebra os 30 anos da Queda do Muro de Berlim, é distribuída, amanhã, com a edição do jornal Correio do Minho. Presidente e vice-presidente do Eixo Atlântico destacam a reflexão e o debate plural que o livro proporciona.

É já amanhã, que vai ser distribuída, gratuitamente com o jornal Correio do Minho, a nova edição do Eixo Atlântico ‘30 Anos Já’, celebrando a Queda do Muro de Berlim. “Um marco que alterou o curso da história e que modificou o trajecto do processo de construção europeu”, evidenciam, na nota introdutória do livro, o presidente e a vice-presidente do Eixo Atlântico, Alfredo García e Luísa Salgueiro, respectivamente.
É precisamente para recordar a passagem destes 30 anos da Queda do Muro de Berlim, que o Eixo Atlântico produziu mais uma publicação, intitulada ‘30 Anos Já’, que vai ser distribuída gratuitamente e, mais uma vez, em parceria com o jornal Correio do Minho amanhã, precisamente 9 de Novembro, assinalando a efeméride.

“Para contrariar aquele sentimento de missão cumprida existem vários motivos que nos remetem para um tempo que julgávamos já ultrapassado. Tal como no século passado, também no início deste vemos com preocupação a ascensão dos populismos e dos autoritarismo, motivo pelo qual os antigos valores de liberdade, igualdade e solidariedade, que nunca saíram de moda, voltam a adquirir mais importância do que nunca”, alertam ainda na nota introdutória os responsáveis pela associação transfronteiriça.
O Eixo Atlântico pretende lembrar aquela que é considerada ser “uma data chave na história moderna da Europa”, fazendo-o da forma que acreditam ser a melhor: “fomentando o conhecimento, a reflexão e o debate plural em liberdade”.

Os responsáveis do Eixo Atlântico aproveitam ainda a oportunidade para agradecer “as magníficas contribuições” que um conjunto de personalidades relevantes escreveram atendendo “amavelmente” ao convite feito pela associação.
Entretanto, a publicação ‘30 Anos Já’ é composta por vários artigos de políticos, jornalistas e autores do Eixo Atlântico, começando com um trabalho introdutório mais extensivo da autoria de Julio Prada Rodriguez, professor titular de História Contemporânea da Universidade de Vigo, que faz toda a contextualização histórica e documental do período pós II Guerra Mundial, em 1945 - quando Estaline, Wiston Churchill e Truman se reuniram para definir a nova ordem pós-guerra, um mês depois da rendição da Alemanha.

Seguem-se 22 artigos de Andoni Aldekoa (‘El muro, por fin, ha caido’), Maria Lúcia Amaral (‘Trinta anos’), e Luís Braga da Cruz (‘A Europa depois da queda do Muro de Berlim. A política de coesão europeia depois da adesão conjunta de Portugal e Espanha’). Seguem-se os artigos de Manuel Campo Vidal y Anabel Campo Vidal (‘Viaje al corazón de Europa’), de Aníbal Cavaco Silva (‘A Europa que começou em Berlim’), de Maria Cerqueira (‘Construção da Europa: um desafio permanente’) e de Arlindo Cunha (‘A Europa e o mundo após o colapso da cortina de ferro. Avançar em bloco e, se necessário, em geometria variável’).
O livro segue com os artigos de Luís Manuel Garcia Maña (‘As fronteiras europeas despois da caída do muro de Berlín’), de Fernando González Laxe (‘Efectos de la caída del muro de Berlín’) e de Eneko Landaburu (‘Europa, te necesitamos!’).

A publicação ‘30 Anos Já’ continua com os artigos de Carmen López (‘Ciudadanía y fraternidad’), de José Luis Méndez Romeu (‘Luces y sombras de la UE. 30 años después de la guerra fría’), de Emily O’Reilly (‘A UE pode continuar a inspirar as gerações vindouras’), de José Palma Andrés (‘Sem união, não há futuro para os povos da Europa’) e de Ana María Pastor Julían (‘El sueño de la libertad’).
Mas há muitos mais artigos para ler na obra que vai ser distribuída amanhã. Pedro Puy fala do ‘Tempo avariado’, já Paulo Ramalho destaca a ‘União Europeia: um caso de sucesso, mas que enfrenta desafios’. Xulio Ríos fala da ‘Europa debe ser Europa’, Miguel Santalices escreve sobre ‘Reforzar, desde a base, a lexitimidade euro- pea’ e María Val fala sobre ‘El debate sobre hacia dónde se dirige Europa sigue pendiente’. Também o secretário geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, escreve o artigo ‘Por qué le llaman caminos a los surcos del azar (Fragmento de un poema de Antonio Machado) e, por último, Abel Veiga Copo faz um leitura sobre ‘Aquel muro, aquella Europa, esta realidad’.

Aos nossos assinantes
O Correio do Minho oferece, na edição de amanhã, o livro ‘30 Anos Já’, celebrando os 30 anos da Queda do Muro de Berlim. Por razões logísticas não nos é possível entregar aos assinantes do jornal esta publicação do Eixo Atlântico. Todavia, tentaremos colmatar esta entrega da melhor forma possível. Caso pretenda adquirir esta publicação pode deslocar-se às nossas instalações, de segunda a sexta-feira, no horário de expediente.
Na impossibilidade de se deslocar às nossas instalações, contacte-nos por telefone e temos todo o gosto em resolver a questão.
Muito obrigado pela sua compreensão.
A Direcção

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