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Braga, sábado

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Exposição colectiva apoia jovens alunos e artistas
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Exposição colectiva apoia jovens alunos e artistas

Braga

2019-11-21 às 09h14

Redacção Redacção

Sábado é inaugurada a exposição ‘A vida é um emaranhado de nós’. Uma parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

A zet gallery inaugura no próximo sábado, às 16 horas, a exposição ‘A Vida é um emaranhado de nós’, uma exposição colectiva, a segunda que resulta da parceria entre a zet gallery e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e que tem como objectivo criar espaço de apresentação pública para jovens artistas, em fase de término ou recém formação académica.
Já em 2018, a zet gallery acolheu ‘Singular Pace’, uma exposição colectiva que reuniu, a partir das Galerias Abertas, propos- tas de 19 jovens artistas, reunindo quase 90 obras de arte.

A selecção dos trabalhos deste ano foi feita a partir dos participantes na edição 2019 das Galerias Abertas, por um júri constituído por Joana Meneses Fernandes (coordenadora do projecto Braga Cultura 2030), Miguel Bandeira Duarte (director do Museu Nogueira da Silva), Luís Coquenão (artista visual) e por Helena Mendes Pereira, curadora da zet gallery.
Sobre a exposição, a curadora revela que se trata “de um exercício de confirmação da hibridez da produção artística contemporânea e da importância da formação como determinante na busca, através da experimentação e da investigação multiníveis, da identidade visual e plástica e, com isso, da liberdade”.

Alberto Rodrigues Marques,   Ana Lúcia Ventura, Ana Sofia Sá, André Costa, Carlos Filipe Cavaleiro, Francisco Lourenço, Hugo Castilho, Lorenzo Bordonaro, Lígia Fernandes, Joana Lapin, Joana Paiva Sequeira, Pablo Quiroga e Segismundo são os jovens talentos que integram a última exposição de 2019 da zet gallery que se traduz num “esquema de redes - compartimentadas e abertas - e de contágios visuais e conceptuais, de diferentes apelos emocionais, que nos aproximam dos seus e nos nossos mundos interiores e das nossas memórias e estórias”, como desvenda Helena Mendes Pereira.

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