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Feira do Livro de Viana do Castelo aposta na máxima ‘mente sã em corpo são’
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Feira do Livro de Viana do Castelo aposta na máxima ‘mente sã em corpo são’

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Feira do Livro de Viana do Castelo aposta na máxima ‘mente sã em corpo são’

Alto Minho

2019-07-22 às 12h44

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Até ao dia 28 de Julho, o Jardim Público de Viana do Castelo é o ponto de encontro de pequenos e graúdos. A 39.ª edição da Feira do Livro promete muitas actividades.

Todos os dias as propostas são muitas e para todas as idades e gostos. É assim a 39.ª edição da Feira do Livro de Viana do Castelo, que se prolonga até ao próximo dia 28 de Julho no Jardim Público. “Os mais novos são sempre o nosso principal público-alvo, mas a feira do livro tem propostas para todas as idades e gostos. Este ano, apostamos na máxima ‘mente sã em corpo são’ e todos os dias temos propostas muito interessantes nesse sentido”, explicou a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro.
Todos os dias, a partir das 17 horas, os apaixonados pela leitura “podem ver livros e procurar as melhores ocasiões, porque há preços especiais”, lembrou a vereadora, destacando ainda “o conjunto de propostas para os mais jovens”.

Com mais de 70 eventos, entre apresentações de livros, sessões de autógrafos e encontros com escritores, animação de rua e animação infantil, exposições e workshops, o destaque este ano, continuou a vereadora, “são as conversas diárias sobre temáticas ligadas, por exemplo, à cidadania, aos direitos humanos, ao mindfulness ou workshops para aprender a fazer sushi ou comida vegan”. Assim, o Jardim Público acolhe, todas as noites, pelas 21.30 horas, no Ponto de Encontro, uma apresentação de livro, uma reflexão, ou até um ‘showcooking’ de sushi ou de cozinha funcional vegetariana.

Para além das inúmeras actividades direccionadas para os mais novos, no que toca a música, a feira do livro apresenta inúmeras propostas que vão desde o fado, passando pela música ligeira ou os dj’s.
A animação de rua também está garantida será garantida pelo grupo de teatro Krisálida, no Jardim Público, entre as 17.30 e as 19 horas, com ‘Passa a palavra – uma espécie de trio’.
Dentro da programação de Exposições, destaque para a exposição de pintura e pintura em porcelana Mundo em Azul, de Arlinda Frota e Cipriano Oquiniame, no Piso 0 dos Antigos Paços do Concelho, até o dia 28 de Julho.
Também destaque para o workshop ‘Filme Concerto para crianças’, pelo Teatro da Lua, que acontece nos dias 24, 25 e 26, às 10 horas, na Biblioteca Municipal, para um público dos 6 aos 10 anos.

Entre os muitos expositores, o Correio do Minho falou com Catarina Cadilha, da I-Books, que já costuma participar nesta Feira do Livro, esperando que as pessoas “continuem a vir e a comprar livros” como tem acontecido em anos anteriores. A aposta, como sempre, é no público infantil com inúmeras sugestões para os mais novos, até porque eles “serão os futuros clientes”, confidenciou. Naquele expositor, os adultos procuram mais os romances, sendo que agora a preferência vai para os romances policiais.

Também a participar há vários anos na Feira do Livro de Viana do Castelo, Zita Urbano da Rota do Livro admitiu que “o arranque não foi muito mau”, adiantando que o que mais se vende são livros históricos e bastantes romances. “Há muita gente ‘miranda’, que mira e anda”, atirou, em jeito de brincadeira, aquela responsável, lamentando que “não há muito hábito de leitura e os pais preferem dar um gelado aos mais novos do que um livro”. Zita Urbano mostrou-se “frustrada” com o que vai ouvindo pelas feiras do livro que participa.

Opinião diferente tem Mário Afonso da Banca do Rafa. “A gente do Norte lê muito mais que o pessoal do sul. Estou confiante que vamos vender muitos livros nesta feira”, confidenciou. Há muitos anos a participar em feiras dos livro, aquele alfarrabista aposta em todos os fins de edição e restos de colecção, bem como livros usados. “Mais recentemente, como estamos a tentar libertar o armazém, estamos nesta feira com todos os livros a um euro”, informou Mário Afonso, acreditando que vai ter muita procura. “Este ano é ano de emigrantes, por isso, estamos à espera de muita gente”, referiu o alfarrabista, admitindo que “não faltam boas oportunidades e livros que valem mesmo a pena levar para casa”.

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