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Freguesia de Gualtar não quer alunos deslocados
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Freguesia de Gualtar não quer alunos deslocados

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Freguesia de Gualtar não quer alunos deslocados

As Nossas Escolas

2019-07-22 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Presidente da Junta de Gualtar recusa a deslocação de alunos do ensino pré-escolar para fora da freguesia. Autarca alega que há duas salas disponíveis no renovado Centro Escolar.

A Assembleia Municipal de Braga aprovou uma recomendação à Câmara Municipal no sentido de garantir, em tempo útil para o próximo ano lectivo, que as crianças de Gualtar inscritas para a frequência do ensino pré-escolar não sejam deslocadas para fora da freguesia.
A proposta foi apresentada pelo presidente da Junta de Freguesia de Gualtar, João Paulo Vieira, que protestou contra a formação de turmas de jardim-de-infância em freguesias vizinhas, nomeadamente S. Pedro d’Este, quando o Centro Escolar de Gualtar tem duas salas desocupadas para acolher esse nível de ensino.

O autarca entende que todas as crianças inscritas em primeira opção no jardim de infância de Gualtar, que se encontra lotado, podem manter-se na freguesia, recorrendo-se às salas disponíveis no Centro Escolar.
João Paulo Vieira constata que o aumento populacional que a freguesia regista nesta altura “irá continuar”, pelo que sugere, na recomendação aprovada pela Assembleia Municipal, uma revisão da Carta Educativa no que a Gualtar diz respeito.
João Nogueira, da bancada socialista da Assembleia Municipal e presidente da Assembleia de Freguesia de Gualtar, considerou que a utilização das salas do Centro Escolar no próximo ano lectivo carece apenas da aquisição de material pedagógico.

Na sessão da Assembleia Municipal da última sexta-feira, foi também aprovada uma saudação apresentada pela CDU “aos pais e à população de Pedralva, bem como ao executivo da Junta de Freguesia” pela manutenção da Escola do 1.º Ciclo local.
Aquele estabelecimento de ensino teve encerramento anunciado por não reunir o número de alunos considerados suficientes para o seu funcionamento, mas, após contestação de encarregados de educação e autarcas locais, o Ministério da Educação recuou nessa intenção.

“Ainda que a CDU, como os pais, tenha denunciado a falta de estratégias da Câmara Municipal em trabalhar medidas que evitassem cenários de encerramento de escolas, ao invés de se debruçarem sobre factos prati- camente consumados, a maioria da Câmara insistiu que não concordava com a alternativa para a escola permanecer aberta, que seria a criação de uma turma mista”, declarou o eleito comunista João Baptista.
O PSD votou favoravelmente com os restantes partidos, ressalvando João Granja que a sua bancada se demarcava daquele e de outros considerandos da saudação da CDU.

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