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Ensino

2019-03-12 às 12h44

Paula Maia

Em dia de aniversário, Francisco Veiga volta a apelar à adopção de um novo modelo que permita às unidades gerir as suas verbas de forma mais eficaz e de acordo com as suas linhas estratégicas.

O presidente da Escola de Economia e Gestão (ECG) da UMinho quer que a instituição adopte um modelo de gestão mais descentralizado que concilie a colaboração e solidariedade entre as unidades orgânicas, com reforço da sua autonomia e responsabilização.
Francisco Veiga, que presidiu à cerimónia comemorativa do 37.º aniversário da escola, diz que a medida permitiria à direcção das escolas gerir verbas “da forma que considerem mais eficaz e eficiente, colocando em prática as suas linhas estratégicas”

O apelo deixado ontem pelo dirigente já tinha sido apontado na cerimónia de 2018. Na altura o reitor da UMinho desafiou os responsáveis da escola a celebrar um contrato-programa com a reitoria a fim de concretizar esse propósito. “Essa autonomia permitiria gerir as verbas que as escolas geram, assim como contratar pessoal discente e administrativo de acordo com as necessidades que vão tendo, sem haver um processo moroso de negociação”, explicou ao CM Francisco Veiga, no âmbito da cerimónia comemorativa, adiantando que a direcção da ECG está a trabalhar com a reitoria no sentido de “estabelecer balizas dentro das quais possamos ter mais autonomia e celeridade de decisão”.

Em dia de aniversário, o presidente da ECG apontou indicadores que dão à escola motivos para festejar, sendo hoje a segunda maior unidade orgânica da UMinho com cerca de 2700 alunos inscritos nas suas oito licenciaturas, 14 mestrados e cinco doutoramentos.
“O crescimento da nossa escola tem sido acompanhado pelo reconhecimento dos seus cursos e pela captação de novos alunos”, disse Francisco Veiga.

Com vista a consolidar a posição da escola e a preparar a escola para os desafios do futuro, a escola está a levar a cabo uma revisão da oferta educativa nos três ciclos de estudos.
O objectivo é, segundo o dirigente, actualizar os cursos “de forma a preparar os alunos para uma reali dade em constante mutação”.
Também para apoiar a empregabilidade dos seus alunos, a ECG reforçou recentemente o Gabinete de Carreiras, facto que permitiu melhorar o aconselhamento aos estudantes no acesso e integração no mercado de trabalho. Apesar da medida, o dirigente diz que há ainda muito trabalho a fazer neste gabinete e que ele é “ainda diminuto”, comparado com gabinetes semelhantes existentes noutras universidades.
A precisar de reforço técnico está também o Gabinete de Comunicação da escola, possibilitando dar a conhecer o que melhor faz às entidades externas.

A aposta na internacionalização tem sido um dos caminhos trilhados pela escola, cuja percentagem de alunos estrangeiros é já de 15%, sendo a unidade com maior número de alunos inscritos ao abrigo do estatuto de aluno internacional.
Em fase de acreditação por parte de importantes entidades internacionais, a ECG assume-se hoje como uma escola de renome internacional.
A investigação, de acordo com o presidente, tem sido o principal veículo de afirmação da escola, com destaque para o Centro de Investigação em Ciência Política que obteve ‘excelente’ na última classificação, o melhor avaliado no país.

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