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Vale do Ave

2019-03-13 às 11h35

Redacção

Mostras associativas passam a designar-se mostras comunitárias. As próximas realizam-se em Outiz e em Abade de Vermoim.

As mostras associativas de Vila Nova de Famalicão vão transformar-se em mostras comunitárias, anunciou ontem a autarquia famalicense.
Há cinco anos que as mostras associativas animam os fins-de-semana nas freguesias do concelho. “Nesse período, cresceram, ganharam maturidade e envolvem cada vez mais participantes abrangendo toda a comunidade local, numa festa de tradições e costumes populares, mas também na apresentação de novos projectos e ideias”, refere a autarquia, explicando que as mostras associativas evoluíram, assim, para mostras comunitárias e assentam precisamente na valorização da comunidade, enquanto espaço de interacção e partilha.

Promovidas pelo município, através do Gabinete do Associativismo e em parceria com as Juntas de Freguesia, estas iniciativas surgiram no início do primeiro mandato de Paulo Cunha no seguimento do desafio assumido pela Câmara Municipal de apoiar as freguesias do concelho e as suas associações na organização de eventos de promoção e valorização da sua identidade.
“O êxito alcançado pelas mostras associativas superou todas as nossas expectativas, porque mobilizaram e uniram as comunidades, valorizando os territórios e as suas gentes”, explica o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. “Com a promoção das mostras comunitárias estamos a alargar o leque das participações nestes eventos a toda a comunidade, criando verdadeiras alavancas de desenvolvimento local”.

Assim, a partir de agora as mostras comunitárias irão integrar as associações formais e informais, mas também os artesãos e coleccionadores, os restaurantes e um mercado local constituído por produtores de hortícolas, frutas e pecuária, mas também produtos transformados como licores, compotas, enchidos e queijos, entre outros.
O programa de actividades e de animação será desenvolvido pela comunidade e haverá também espaço para iniciativas lúdicas, como os jogos tradicionais e clássicos, pinturas e insufláveis.
“É uma nova filosofia assente na comunidade, no desenvolvimento do território e na valorização de uma cultura de compromisso em prol do bem comum, da coesão e da cooperação”, acrescenta Paulo Cunha.

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