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MPT defende “mais apoios” para a Cruz Vermelha e voluntários
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MPT defende “mais apoios” para a Cruz Vermelha e voluntários

Nacional

2019-09-13 às 15h43

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

O MPT - Partido da Terra esteve, ontem, de visita à delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, enaltecendo o trabalho da instituição, que, no ano passado, apoiou mais de 15 mil pessoas vulneráveis.

O MPT - Partido da Terra, cujo cabeça-de-lista por Braga é Mário Freitas, visitou, ontem, a delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, enaltecendo o trabalho que a instituição faz junto dos mais carenciados e dos sem-abrigo, reivindicando “mais apoios” por parte do Estado e “mais regalias” para os voluntários e apelando a que este apoio possa chegar também junto da comunidade idosa .
Carla Faria, n.º 2 da lista do MPT e Isabel Vilar, presidiu a esta reunião com o presidente da delegação de Braga da Cruz Vermelha, Armando Osório, destacaram o apoio que a instituição deu a mais de 15 mil pessoas só no ano passado e frisaram que “é preciso dar mais visibilidade” ao seu trabalho.

“Existe alguma falta de informação sobre o excelente trabalho relevante que esta instituição desenvolve em prol da comunidade”, assinalou Isabel Vilar.
“O nosso objectivo principal é que os voluntários tenham mais regalias no âmbito de descontos de IRS e propinas, à semelhança do que acontece noutros países também, e, por outro lado, entendemos que o Estado deveria também dar mais suporte às iniciativas da instituição apoiando o fardamento e a formação inicial em emergência médica”, indicou.
O MPT apontou, também, para “a falta de recursos” que instituições como a Cruz Vermelha sentem, sobretudo no que diz respeito ao apoio ao voluntariado, sublinhando a intervenção junto de populações como a comunidade cigana e os sem-abrigo.

“Nós defendemos que este suporte deve ser financiado a 100 por cento pelo Estado”, indicaram. O MPT destaca, por isso, alguns protocolos que a Cruz Vermelha tem no terreno com algumas empresas de Braga, nomeadamente a DST, que integrou algumas pessoas da comunidade cigana. “Um caso de sucesso que poderia ser mais divulgado para se perceber que estas minorias poderão efectivamente ter sucesso também”.
“Sugerimos um voluntariado específico para os idosos que vivem sozinhos, não ao nível da prestação dos cuidados básicos, mas de acompanhamento e em que se possa efectivamente ouvi-los e estar com eles no combate à solidão e faz falta, de facto, financiamento. É preciso investir nesta área e que o Estado, com a sua capacidade de intervenção, ajude estas instituições, que são humanistas e que só intervêm junto da população se tiverem recursos”.

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