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O dia em que Martim se junta em convívio

Cávado

2019-08-16 às 12h25

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Dia de Martim voltou ontem a (re)unir os martinenses e todos os que já se renderam à jornada de convívio que a Junta de Freguesia organiza, há 18 anos. Entre farnéis, jogos tradicionais, desporto e música, o que não falta mesmo é animação.

O Dia de Martim atingiu a maioridade, não porque se realiza há 18 anos, mas porque os martinenses já assumiram 15 de Agosto como o dia do convívio familiar e da freguesia.
É assim há 18 anos e cada vez são mais os martinenses que se juntam nesta data e no espaço que a Junta de Freguesia tem reservado para o evento e onde se multiplicam as mesas de piquenique, o convívio e a diversão.
“Pegou de estaca” garante o presidente da Junta de Freguesia de Martim, António Carvalho, que recorda que, no primeiro ano, a organização teve que trazer as mesas e tudo o resto.

“No ano seguinte, já não tivemos que trazer mesas nem nada. As pessoas assimilaram logo a ideia” descreve o autarca que sublinha que o Dia de Martim mantém, desde a primeira edição, a sua essência: o convívio.
Para António Carvalho e para todos os que se associam “é um dia de reencontro, mesmo dentro das famílias”.

“É agradável, as pessoas encontram-se e convivem,” reforça o presidente da Junta que lembra que só os residentes na freguesia são mais de dois mil, mas existe também um comunidade emigrante muito forte que participa”.
Para os emigrantes que já regressaram aos seus países de acolhimento, restam os directos através das redes sociais, refere António Carvalho.
Outra marca do Dia de Martim é o programa diversificado.

“Há espaço para tudo” sublinha o autarca, assumindo que isso foi uma preocupação desde o início.
A manhã é para a missa, logo pelas 7 horas, e para as actividades desportivas.
Os mais novos dispõem de um conjunto de diversões e há jogos tradicionais para todos os que se aventuram a correr com um ovo numa colher ou a tentar chegar à meta enfiado num saco ou por pares, a segurar um limão.
A animação musical inclui folclore e a banda Sétima Vaga.

“É tudo com prata da casa. A festa faz-se com aquilo que temos” garante António Carvalho.
O que a Junta de Freguesia procura melhorar, todos os anos, são aspectos da organização desde o estacionamento à segurança, mantendo a oferta das sardinhas, da broa e do caldo verde.
“Não precisamos de gastar muito dinheiro nem de entrar em loucuras. É uma festa para nós” assume António Carvalho.
A família Vilaça não aderiu à primeira, mas desde que se juntou ao Dia de Martim nunca mais faltou.

Com tenda montada junto aos grelhadores, o dia é para o convívio entre as de três dezenas de familiares.
Para Nela Brinquedo, que junta à mesa cerca de 30 familiares e amigos, o Dia de Martim “é a melhor iniciativa” organizada pela Junta de Freguesia que “mesmo que não queira terá que a fazer” porque “é ponto de encontro das gentes de Martim”.

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