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Cávado

2019-10-21 às 16h11

Redacção Redacção

Com muita criatividade e engenho, os voluntários encheram os altares da igreja com uma enorme diversidade de produtos agrícolas, criando uma vasta e chamativa palete de cores no templo. “Verdadeiras obras de arte”, foi assim que o presidente da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, Adelino Machado, classificou o trabalho. Cá fora, o cheiro a comida feita na hora na Tasquinha com Petiscos Regionais apelava a uma degustação da gastronomia local. O primeiro dia encerrou ao som da música popular, com o Festival Folclórico e as desgarradas de Gonçalo Moreira e Simão Marques.

Escariz S. Mamede acolheu, no passado fim de semana (19 e 20 de outubro), mais uma edição do ‘Sabores da Terra’. Um certame recheado de música popular, gastronomia e produtos agrícolas locais. Nota de destaque para outro dos grandes atrativos das celebrações, a ornamentação da igreja com produtos do campo, que, todos os anos, atrai multidões à freguesia. A iniciativa foi organizada pela União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, em colaboração com a paróquia, e integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.
Com muita criatividade e engenho, os voluntários encheram os altares da igreja com uma enorme diversidade de produtos agrícolas, criando uma vasta e chamativa palete de cores no templo. “Verdadeiras obras de arte”, foi assim que o presidente da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, Adelino Machado, classificou o trabalho. Cá fora, o cheiro a comida feita na hora na Tasquinha com Petiscos Regionais apelava a uma degustação da gastronomia local. O primeiro dia encerrou ao som da música popular, com o Festival Folclórico e as desgarradas de Gonçalo Moreira e Simão Marques.
A Eucaristia em ação de graças pelas colheitas marcou o arranque de um domingo (20 de outubro), dedicado à animação musical e aos produtos da freguesia. Depois, começou a Feira das Colheitas, onde as bancas se encontravam preenchidas com produtos caseiros. As celebrações encerraram com o Grande Encontro de Tocadores de Concertina. Um hino à música popular que se prolongou pela tarde fora e trouxe à freguesia tocadores de várias regiões. “Contou com grupos de Vila Nova de Gaia, Lousã, Vitorino de Piães… e também de localidades mais próximas”, referiu Adelino Machado, frisando que a autenticidade das iniciativas é a principal responsável pelo ‘banho de multidão’.
Quem vem, acaba por voltar
Marcelino Ferreira, natural de Nogueiró, participou pela quarta vez na iniciativa e não escondeu qual foi o momento da festa que mais lhe agradou. “É uma festa com bom ambiente. Pessoalmente, gosto muito do encontro de tocadores de concertina”, afirmou, acrescentando que “os grupos de concertinas puxam muita gente a Escariz S. Mamede, juntamente com a gastronomia da festa”.
A grande afluência popular não foi uma surpresa para os que estão habituados a ‘dar uma mão’ nos ‘Sabores da Terra’. Rosa Silva é natural de Escariz S. Mamede e revelou que ajuda na festa desde o começo. “Faço isto com muito gosto”, disse a cozinheira com bastante orgulho, lembrando que a grande quantidade de visitantes “já é habitual”.
Tradição e união
Por sua vez, a vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, destacou o espírito de união entre a população local. “Estes ‘Sabores da Terra’ são um exemplo da tradição, de manter uma freguesia unida por uma causa. Além da promoção e da preservação da nossa cultura, estamos também a falar de um grupo de pessoas de Escariz S. Mamede que se une para conseguir realizar determinadas obras na freguesia”, afirmou. Júlia Fernandes também deixou largos elogios ao evento, realçando as “autênticas obras de arte” de ornamentação da igreja e a diversidade de uma programação que “agrada às pessoas”.

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