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Santo António em procissão encerra Festas D’ Amares
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Santo António em procissão encerra Festas D’ Amares

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Cávado

2018-06-14 às 06h00

Teresa M. Costa

RUAS ENCHERAM-SE ontem para assistir à procissão solene de Santo António, momento que encerra as Festas D’ Amares que, ao longo dos últimos dias exaltaram o bairrismo e a identidade do concelho.



Crianças, jovens e menos jovens incorporaram ontem a procissão de Santo António protagonizando o momento mais solene das Festas d’ Amares que se traduziu numa ‘catequese viva’ com a recriação de vários quadros e figuras bíblicas.
E foram muitos os que quiseram assistir e participar neste momento solene, totalizando mais de uma centena de figurantes.
Maria das Dores, emigrante em França, veio à terra onde aproveitou para participar, pela primeira vez, na procissão de Santo António que encerra as festas do concelho de Amares.
Ao colo, Maria das Dores - vestida de Nossa Senhora - levou o neto, de dois anos, e explicou ao ‘Correio do Minho’ que participou por fé e por considerar que “é importante as pessoas envolverem-se nas festas do concelho”.
Bárbara, de apenas cinco anos, também integrou a procissão pela primeira vez por iniciativa do jardim de infância que frequenta. À vontade de Bárbara em participou juntou-se o “gosto” dos pais, ambos residentes no concelho de Amares.
Mais habituada a estas andança, Leonor, de dez anos de idade, confessa que gosta de participar na procissão.
“Ela todos os anos me pede para participar” confirma a mãe, Fernanda Azevedo, que também faz gosto nesta participação, até porque “a procissão é o momento mais alto das festas”.
A participação e o envolvimento da comunidade é um dos aspectos que o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, destaca na edição deste ano das festas do concelho.
Em relação à procissão solene, que ontem incorporou, o edil amarense realça “o orgulho do povo em participar e assistir com fé e com esperança”.
Em jeito de balanço das Festas d’ Amares deste ano, Manuel Moreira enaltece os vários momentos de valorização da identidade do concelho, nomeadamente as marchas populares e as marchas infantis.
Nas marchas da noite, houve mais freguesias a participar e a fazer-se representar.
“As festas vivem muito deste barrismo, de mostrar a nossa identidade de povo ordeiro, simpático e acolhedor” afirma o edil amarense, que assume: “somos um povo de fé e de esperança”.
Nos primeiros dias, o S. Pedro não ‘abençoou’ as Festas d’ Amares, mas com a melhoria do tempo a afluência tornou-se ainda maior, reforça.

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