Correio do Minho

Braga, segunda-feira

SC Braga/AAUM não logrou evitar Benfica em domingo de Páscoa
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SC Braga/AAUM não logrou evitar Benfica em domingo de Páscoa

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Desporto

2019-04-20 às 16h00

Rui Serapicos

Amanhã, às 16 horas, no Pavilhão de Gualtar da Universidade do Minho, SC Braga/AAUM recebe o Benfica no fecho da fase regular da liga de futsal. Bracarenses tentaram evitar esta data.

“Somos um povo católico e a cidade Braga, como toda a gente sabe, é muito virada à Semana Santa; nós não queríamos, toda a gente fez o possível para que o jogo fosse noutro dia. Não foi possível, mas não adianta chorar em cima disso, há que trabalhar e estar aqui para jogar, tentar vencer e dar bom espectáculo”.
Paulo Tavares, o treinador de futsal do SC Braga/AAUM, comenta assim a escolha deste domingo de Páscoa como data do encontro, em casa, diante do Benfica, na jornada que fecha a fase regular da Liga.
Referindo-se estritamente ao plano competitivo, garantiu que “vemos este jogo como vimos todos os outros”.

“A ideia é trabalhar sempre para podermos vencer os nossos jogos. Sabemos da dificuldade deste adversário, sabemos que está em causa para eles o primeiro lugar; para além de nós disputarmos o quarto, quinto ou sexto, dependendo dos resultados, o Benfica também tem de ganhar, senão, em princípio, perde o primeiro lugar, porque se o Sporting conseguir vencer acaba por ultrapassar o Benfica”, vincou.
O técnico da equipa arsenalista realçou que durante a semana trabalhou “para um resultado positivo dentro de casa, essencialmente vencer” e, em função da conjugação de resultados, “ver com quem vamos jogar os play-offs”.
Paulo Tavares faz um balanço à fase inicial lembrando que esta foi marcada “por muitas lesões e alguns castigos”, que acabaram por vir “mexer com o trabalho que se vai fazendo semanal e o grupo pagou um pouco a factura por isso”.

Após um início de época com “muitos problemas, muitas lesões e muita gente nova que entrou e teve dificuldade em perceber o que é que a equipa técnica pretendia”, salienta.
Acrescentando que “as coisas estabilizaram, a equipa subiu e, numa fase que eu acho crucial, tornámos a ter várias lesões e castigos que debilitaram a equipa e acabas por não cumprir com os nossos objectivos”, considera que, nesta altura, “há jogadores que não podem estar bem”.
“Com paragens tão grandes, com períodos tão alargados no tempo era impossível estarem bem, seria mentir; alguns estão na plenitude, assim como outrosestão com alguns problemas”, acrescenta, frisando porém que o grupo “são 12 jogadores e temos de o gerir de forma a que se ressintam o menos possível dessa situação”.

Ainda assim, o treinador da equipa minhota vincou o propósito de querer “trabalhar de forma a ultrapassar este jogo, perceber com quem vamos jogar e trabalhar a equipa, criar condições para lutar pelos quartos-de-final”.
Segundo Paulo Tavares, o grupo de trabalho tem que “analisar o porquê de não termos conseguido o terceiro ou o quarto, nós temos que estar ali nos quatro primeiros lugares”.
“Nós dentro do grupo temos sempre o objectivo de sermos terceiros. Falhámos, outras equipas estiveram melhor do que nós, por mérito próprio ficaram com esse lugar e nós no final da época teremos de perceber melhor o que aconteceu. Agora adianta é preparar a equipa para os play-off.

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