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SC Braga de Sá Pinto: as dinâmicas é que importam
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SC Braga de Sá Pinto: as dinâmicas é que importam

Desporto

2019-07-21 às 12h30

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Para lá do sistema em que vai colocar a equipa a jogar, Sá Pinto realça que o mais importante são as dinâmicas que os jogadores impõem em jogo. Técnico descodificou forma de jogar da sua equipa.

Como todas as concentrações de equipas, este estágio de 10 dias no Algarve foi importante conhecer a matéria que tem à disposição e, a partir daí, definir o modelo de jogo a implementar.

“Há coisas que eu tinha de fazer neste estágio. Primeiro queria conhecer individualmente muito bem as características dos jogadores. Para isso é preciso conversar com eles, analisá-los individualmente, ter essa sensibilidade, perceber onde eles se sentem mais à vontade. Este estágio foi muito rico nesse aspecto, de perceber os objectivos pessoais de cada, o que é que pretendem deles próprios”, adiantou, antes de falar do aspecto táctico.

“Para mim os sistemas são muito dinâmicos. Eu posso iniciar em qualquer sistema, depois a forma como eu ataco e defendo vai, logicamente, fazer com que o sistema varie. Isso vai existir sempre. Posso até começar a defender num 4-4-2 e acabar num 4-1-4-1, depende daquilo que eu pretenda e daquilo que eu digo aos meus jogadores”, sublinhou, para depois introduzir um conceito de que gosta muito.

“Há variabilidade de sistemas mediante as dinâmicas e as estratégias do adversário. Como sistema táctico inicial, o 4-2-3-1 foi testado muitas vezes aqui, mas com o Lille, por exemplo, acabei em 4-4-2, mas não quer dizer que não vá jogar num 4-2-3-1. Mas isso não me preocupa, porque hoje em dia os jogadores conseguem-se adaptar e vamos ter ainda três semanas para trabalhar as dinâmicas. Isso é que é importantes, assim como os comportamentos ofensivos. A mobilidade, a criação de linhas de passe, o passar e dar uma solução… quando falo nisso estou a falar na nossa dinâmica, os jogos posicionais, enfim… os comportamentos, em termos ofensivos, serão sempre estes. Depois, entramos em zonas de finalização, as chegadas, as ocupações de zonas, é tudo isso que nós trabalhamos. Já no processo defensivo, é importante que eles adquiram conceitos de cobertura, pressão, contenção, de reação à perda, da luta pela primeira e segunda bola. Tudo isso vai ser exigido diariamente e, por isso, o transfer para um sistema ou outro vai ser muito fácil”, assumiu o técnico, que espera agora, com o tempo, ver as coisas a saírem de forma automática.

“É importante que, com a repetição das acções, a equipa melhore, haja entrosamento e se perceba o modelo que o treinador quer. Mas o mais importante nesta altura foi isto. Conhecermo-nos, falar-mos sobre as regras em equipa, perceber as necessidades e expectativas de cada um, conhecê-los socialmente, criar algumas dinâmicas importantes em termos de grupo. O sistema tático inicial não está definido.”

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