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‘Seega’ foi transformado em jogo de Educação Física
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‘Seega’ foi transformado em jogo de Educação Física

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As Nossas Escolas

2019-05-14 às 10h21

Patrícia Sousa

Professor de Educação Física da Escola Básica Dr. Francisco Sanches está a trabalhar o jogo seega com uma turma do 5.º ano. Carlos Araújo fala das mais-valias dos jogos romanos de tabuleiro.

Com a flexibilidade curricular, os professores têm oportunidade de “criar momentos de interdisciplinaridade” dentro das escolas. E o certo é que estão a surgir muitos projectos inovadores no âmbito do Centurium - X Torneio de Jogos Romanos de Tabuleiro. Exemplo disso, é a transformação do jogo Seega em jogo de Educação Física que o professor da Escola Básica Dr. Francisco Sanches, Carlos Araújo, está a trabalhar com alunos do 5.º ano.
“A ideia base é tranformar o jogo de tabuleiro - Seega - num jogo para Educação Física. E conseguimos ir mais além do típico jogo com peças humanas”, explicou o professor, adiantando que o projecto, que está a ser realizado em contexto sala de aula, ainda está “em fase embrionária, mas já é jogável”.

O jogo tem duas equipas. “Cada equipa tem capturadores e fugitivos. Os capturadores são vários grupos de dois de mão dada. Para capturar basta tocar num fugitivo adversário. O jogo tem o máximo de seis capturadores, mínimo dois (cada equipa decide quantos quer para o jogo e são os mesmos até ao fim. O número de capturadores de pares pode variar em função do n.º de alunos da turma e equipas). Após apanhar, acompanha em custódia o ex-fugitivo até sua prisão e regressam ao jogo. Entretanto, há uma casa central. Qualquer jogador pode entrar na casa central e não pode ser apanhado. Quando um outro fugitivo, de qualquer equipa, tenta entrar, o que se encontra nessa casa é obrigado a sair (podendo criar muita rotatividade de jogadores nesta casa)”, explicou o professor, referindo que o jogo tem ainda mais duas variantes.

O conteúdo o Centurium “tem toda a lógica e inúmeras vantagens aplicado às modalidades de Educação Física”, assegurou o professor. E Carlos Araújo destacou alguns dos objectivos: “respeita a diversidade cultural, religiosa, sexual ou outra: trabalho em grupo/inclusivo, interpreta acontecimentos, situações e culturas, de acordo com os respectivos quadros de referência históricos, sociais e geográficos, promove a formação de hábitos, atitudes e conhecimentos relativos à interpretação e participação nas estruturas sociais, valorizando a iniciativa e a respon- sabilidade pessoal, cooperação e solidariedade; a ética desportiva e a consciência cívica na preservação das condições de realização das actividades físicas”.

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