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UGT admite cenário de greve se não aumentar salário mínimo
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UGT admite cenário de greve se não aumentar salário mínimo

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Nacional

2017-05-02 às 13h27

Redacção

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou ontem em Viana do Castelo que o cenário de uma greve não está afastado, caso o Governo não cumpra o que prometeu relativamente ao aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN). “Nós não aceitamos que só haja aumentos salariais em 2020. Dez anos sem aumentos salariais é uma barbaridade e, acima de tudo, uma grande injustiça, que leva os trabalhadores da administração pública à indignação. E se tiverem que ir para a greve, nós acompanharemos e estaremos lá”, afirmou Carlos Silva, perante cerca de dois mil trabalhadores.

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou ontem em Viana do Castelo que o cenário de uma greve não está afastado, caso o Governo não cumpra o que prometeu relativamente ao aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN).
“Nós não aceitamos que só haja aumentos salariais em 2020. Dez anos sem aumentos salariais é uma barbaridade e, acima de tudo, uma grande injustiça, que leva os trabalhadores da administração pública à indignação. E se tiverem que ir para a greve, nós acompanharemos e estaremos lá”, afirmou Carlos Silva, perante cerca de dois mil trabalhadores.

O líder da UGT, que discursava no centro cultural da cidade, durante as comemorações nacionais do 1.º de Maio, afirmou que em 2019 o SMN terá de atingir os 600 euros.
“Esperamos que o Governo cumpra o seu compromisso, porque está escrito no seu programa. Em 2019, queremos os 600 euros. E no ano que vem não fazemos por menos, queremos os 580 euros, que é aquilo que está no programa do Governo. A política tem de ser cumprida com verdade e esperamos que o Governo a cumpra e a aplique”, reforçou.

Carlos Silva apelou ainda ao Governo para que, até final do mandato, em 2019, proceda “à integração total dos trabalhadores precários nos quadros do Estado”.
“Senhor primeiro-ministro, abra as portas ao diálogo social. Não permita que se continuem a castigar os trabalhadores da administração pública. Ficamos satisfeitos pelo facto de o Governo assumir o compromisso de integrar já, ou nos próximos meses, 50 mil trabalhadores precários, mas até ao final do seu mandato, que terminará em 2019, tem de assumir outro compromisso com o país. É o de resolver o problema da integração total dos precários no Estado”, reforçou.

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