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UMinho escolhida pela EUA para discutir a qualidade do ensino

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Ensino

2019-06-11 às 13h00

Redacção

ACADEMIA minhota, uma das estreantes este ano, participa em vários grupos de trabalho temáticos da European University Association.

A UMinho foi seleccionada para integrar um painel temático da European University Association (EUA) sobre “avaliação do estudante” e uma reunião de reflexão sobre como dar maior relevância, nos sistemas de qualidade institucionais, à aprendizagem centrada no estudante. As primeiras reuniões dos dois grupos decorreram em Fevereiro, em Lausanne, na Suíça, e no final desta semana , em Bruxelas, na Bélgica.
O painel temático realizará mais duas reuniões em 2019 e liderará o debate sobre a temática no Fórum EUA sobre Ensino e Aprendizagem, em 2020.

As iniciativas são promovidas pela EUA e, nestes grupos de trabalho, onde a UMinho é estreante, pretende-se que cada universidade parceira possa capitalizar os resultados desta discussão e integrá-los, dando maior relevo interno aos próprios processos de avaliação dos estudantes e sistema de qualidade que privilegiem o ensino centrado nos estudantes.

Manuel João Costa, pró-reitor para os Assuntos Estudantis e Inovação Pedagógica, representa a UMinho nestes grupos de trabalho, depois das candidaturas preparadas com Laurinda Leite, vice-reitora para a Educação e Ricardo Machado, vice-reitor para o Desenvolvimento Institucional, terem sido seleccionadas. A vice-reitora da UMinho representa a instituição no grupo ‘EUA – Council for Doctoral Education’ que tem agendado o seu encontro anual para os dias 12, 13 e 14 de Junho, em Pesco, na Itália.

A European University Association (EUA) representa mais de 800 universidades e conferências nacionais de reitores em 48 países europeus. Esta instituição desempenha um papel crucial na emissão de recomendações e influencia as políticas da União Europeia em matéria de ensino superior, investigação e inovação. Através da interação contínua com outras organizações europeias e internacionais, a EUA garante que a voz independente das universidades europeias seja ouvida.

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