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25 de Novembro sempre, Comunismo nunca mais!

A estratégia cultural que tarda

25 de Novembro sempre, Comunismo nunca mais!

Ideias Políticas

2019-11-26 às 06h00

Francisco Mota Francisco Mota

44 anos depois do 25 de Novembro devemos estar cientes da determinação e do propósito com que este surgiu: combater o comunismo e o aparecimento de um regime totalitário.
Por mais estranho que possa parecer, este é um combate mais do que actual. Com um governo apoiado pela extrema esquerda, num registo de perseguição ideológica às famílias e empresas portuguesas, um estado cada vez mais refém da liberdade dos nossos concidadãos e um regime democrático em que tudo depende do aparelho do estado confirma a necessidade de elevar o sentimento com que surgiu o 25 de novembro de 1975.
Para além disso, assistimos na casa da democracia portuguesa, o voto de congratulação pela aprovação, no Parlamento Europeu, de uma resolução que condena de igual forma os regimes totalitários do fascismo e comunismo a ser chumbado pela extrema esquerda (PCP, BE, PEV e LIVRE), com o alto patrocínio do Partido Socialista, que em Bruxelas votou favoravelmente. Desta forma, apercebemo-nos que não podemos dar por garantido a nossa liberdade e a liberdade das gerações vindouras.

Que o assinalar desta efeméride, nos permita uma reflexão profunda de que modelo de sociedade estamos a construir e tenhamos a inteligência, a ousadia e a audácia de dizer que ser conservador é ser moderno na defesa do passado e criativo na defesa da tradição, que não alinhamos em experimentalismos de género nem fundamos um novo indivíduo.
Não demos por adquirido a oportunidade de vivermos as nossas vidas como queremos; a segurança por uma lei imparcial; a protecção do nosso ambiente que não pode ser confiscado pelos interesses poderosos nem pelos ambientalistas simplórios; a cultura aberta e questionadora que moldou as nossas escolas e universidades e os procedimentos democráticos de escolha dos nossos representantes.

Hoje em dia tudo isto e muitas mais coisas que damos como certas estão em causa e sob ameaça com a mesma extrema esquerda de 75 que agora se vê reforçada pelo animalismo social. Cabe-nos a nós a resposta racional e não reacionária a essa ameaça. Os Valores do 25 de Novembro, são os únicos capazes de combater as realidades emergentes.
A liberdade não é património de uns em detrimento de outros, muito menos uma guerrilha ideológica entre a esquerda e a direita.

O desígnio da liberdade impera na tolerância, no respeito e nas opções de escolha de cada um. Quiseram limitar o país à doutrina da imposição e apenas a coragem e a valentia militar souberam elevar o compromisso com Portugal e a liberdade. Assim se fundou uma democracia pluralista, política e economicamente baseada numa economia de mercado.
Hoje, mais do que nunca, somos chamados a beber dos valores que moveram o 25 de Novembro. Se em abril conquista- mos a liberdade em novembro conquistamos a democracia.

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