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A nossa escola no séc. XXI

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A nossa escola no séc. XXI

Voz às Escolas

2018-12-24 às 06h00

Hortense Lopes dos Santos Hortense Lopes dos Santos

Este ano, em diferentes momentos, comemoramos os 60 anos da inauguração do edifício da Escola Secundária Carlos Amarante.
As comemorações tiveram uma participação muito empenhada da comunidade educativa, com grande destaque para os antigos alunos, profissionais em diversas áreas que orgulhosos partilharam as suas vivências. Não posso deixar de referir também a visita a 18 de Maio, do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, nosso antigo aluno.
Somos uma escola com passado que herdamos, um presente que construímos todos os dias, preparando o futuro.
No passado, fomos a escola que preparou técnicos, profissionais para o mundo do trabalho e industrial, cujo mérito foi e continua a ser reconhecido pela comunidade.

No presente, continuamos a ser uma escola secundária de referência, vocacionada não só para a formação qualificante, mas também para o prosseguimento de estudos, com a formação escolar que visa o ingresso no ensino superior.
No passado, a nossa escola estava muito focada no ensino técnico, na área das ciências, nas artes e no design.
Recentemente, mas ainda no séc. XX passamos a lecionar as línguas e humanidades. No séc. XXI, com a oferta das ciências sócio económicas, completamos as quatro áreas do ensino secundário vocacionado para o prosseguimento de estudos.
No entanto, a maior procura dos nossos alunos continua concentrada nas ciências e tecnologias.
Quanto maior a diversidade de opções, mais enriquecedora é a escola.
Potenciando mais valências e outros interesses, os alunos poderão ter acesso a outras práticas de outras áreas de estudo.

Destaca-se a satisfação de muitos alunos (antigos alunos) que visitam a escola, trazem os filhos, os netos, novos alunos à casa que proporcionou a sua formação.
Com orgulho constatamos este sentimento de pertença que se perpetua no tempo.
Não podemos descurar que esta escola também é uma escola de afetos. Todos os dias temos alunos que no início da manhã entram na escola para as suas aulas e saem ao fim da tarde quando os pais os veem buscar.
A escola é, assim, a segunda casa onde para além das aprendizagens académicas, os alunos estabelecem relações interpessoais que queremos agora e no futuro sejam marcadas pela afetividade, pelo respeito pelos outros, em especial pelos meninos e meninas “diferentes” que acolhemos.
A escola está preparada para esta “estadia”?
Tentamos estar, com meios e recursos escassos, no cumprimento do projeto educativo aprovado, sempre com vontade de servir o próximo, numa missão de serviço público que esperamos continuar a ver reconhecida dentro de mais 60 anos.
Feliz Natal e um excelente ano novo!

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