Correio do Minho

Braga, terça-feira

As remessas dos nossos emigrantes: o bom e o mau

Combater a DPOC

Ideias

2017-02-24 às 06h00

Paulo Monteiro

O Banco de Portugal tornou público, esta semana, os dados referentes às remessas dos nossos emigrantes em 2016. E aqui temos boas e más notícias.
A boa notícia refere que as remessas dos emigrantes aumentaram 0,83% (um aumento de 3.315,6 milhões de euros para 3.343,2 milhões de euros) e que, mais uma vez, os emigrantes em França lideram esta lista de remessas tendo enviado para o país 1.122,6 milhões de euros, uma subida de 8,7% em relação a 2015.

A má notícia diz que as remessas dos emigrantes que em 2016 trabalharam nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) decresceram 3,43% (uma descida de 224,16 milhões de euros, de 2015 para 216,4 milhões de euros, em 2016). Mesmo assim a maioria da remessas vieram de portugueses a trabalhar em Angola (205,8 milhões de euros). O segundo país de onde veio mais dinheiro ficou a uma longa distância (Brasil, 21,2 milhões de euros, mas mesmo assim teve um aumento de 6,27%).

Estes dados fazem parte do boletim estatístico deste mês do Banco de Portugal e que nos diz que os estrangeiros a trabalhar em Portugal aumentaram o envio de remessas para os seus países em 2,16%, enquanto os imigrantes lusófonos enviaram 45,4 milhões, menos 10,9% do que em 2015.

Números que nos dão também outras realidades. Apesar do número de emigrantes ter aumentado nos últimos anos, o envio das remessas não teve o aumento proporcional. É que hoje a emigração também é bem diferente...

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