Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Cancro matou 8,8 milhões de pessoas em 2015

Sem Confiança perde-se a credibilidade

Ideias

2017-02-06 às 06h00

Paulo Monteiro

As últimas estimativas não são animadoras... No sábado celebrou-se mais um Dia Mundial contra o Cancro cujo objectivo é desmistificar algumas ideias criadas sobre a doença e ao mesmo tempo informar sobre a sua realidade. Uma doença que, em 2015, matou 8,8 milhões de pessoas em todo o Mundo, segundo os dados da Organização Mundial da Saúde.

Os tumores do aparelho respiratório (traqueia, brônquios e pulmão) são os que mais mortes provocam, seguindo-se do colon e recto, do estômago e da mama. Em Portugal morrem mais de 25 mil pessoas por ano com esta doença, o que significa que cerca de 70 pessoas por dia não resistem à doença. Esta é, sem dúvida, uma das principais causas de morte no mundo e, só a título de exemplo, mata mais do VIH/SIDA, tuberculose e malária juntos.

E.. as últimas notícias dizem que as estimativas de evolução do cancro apontam para que a doença afecte uma em cada duas pessoas dentro de 15 anos (hoje o número é de um para três). Mas este facto não significa que venham aí muitas dores de cabeça. Antes pelo contrário, as soluções de tratamento têm aparecido e há boas notícias neste campo. E boas notícias estão aqui, mesmo à porta, no Minho, em Braga, e no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) onde a esperança radica na investigação para diagnóstico e tratamento.

A nanomedicina abre excelentes horizontes desde o diagnóstico até à nova geração de terapêuticas, passando por novas tecnologias e novos métodos. Esta a garantia de Lars Montelius, director-geral do INL na abertura do Nano World Day Cancer, realizado a semana passada. Temos, por isso, boas notícias. Ainda bem...

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