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E tudo o mais que a seguir se verá…

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E tudo o mais que a seguir se verá…

Ideias

2020-05-30 às 06h00

Borges de Pinho Borges de Pinho

Ainda estamos todos vivendo os problemas e as dificuldades causadas pela presente pandemia, e sofrendo bem dolorosamente toda a angústia e o sobressalto de um Amanhã que se desconhece, mas continua-se a olhar para os números e dados da DGS e a atender às notícias que nos chegam de todo o mundo com a expectativa e a esperança de algo de bom que nos alegre a alma. É que afinal, diga-se o que se disser, ainda não se vê nenhuma luz ao fundo do túnel, seja o “lampejo” dum medicamento que produza efeitos sobre o vírus ou um “relâmpago” de alegria e cor que se solte de uma vacina que se descubra e acabe de vez com a pandemia.

E isto porquanto o que se vem vendo e ouvindo é sempre “mais do mesmo”, em números e imagens chocantes de um mundo de máscaras, de caixões e mais caixões, de muita fome e desespero, de pessoas de cabeça perdida e em aflição, dor, lágrimas e gritos, de muito caos e caras de caso em todo o mundo e por todo o lado, apesar das loucuras de muitos e das teimosias e burrices de outros. Porque a pandemia mantém-se, o vírus continua à solta, e não há estado de calamidade ou emergência que dê cabo dele, pondo assim fim aos desconfinamentos e abrindo as portas a uma vida mais ou menos normal.

Em Portugal, então, vive-se de momento o “entusiasmo” e a incerta esperança de um retorno a uma vida que se quer mais normal e menos pandémica, e até ocorrem casos, episódios e intervenções políticas que quase nos transportam a um passado saudoso se Azambuja não continuasse a “marcar” o vírus, se o governo mostrasse “ter mão” e “disciplina” nos grupos de bairro que cercam Lisboa, nos peticionários de asilo político e outros desordeiros que perturbam e assustam, se a “polícia” fosse mais atuante e esquecesse os vídeos e se os políticos “profissionais” da “porcaria” da política democrática esquecessem seus interesses pessoais e pensassem mais nos outros e no país.

As eleições estão ainda longe, e não bastam as passeatas e as incursões de “candidatos” a isto e àquilo e dos “habitués” do poder e dos cargos políticos com conversas, “paleio de chacha” e muitos sorrisos e acenos para levar as pessoas aos antigos hábitos, às compras, a uma retoma da economia, por mais almoços que se façam e pastéis que se comam. Todo o mundo sabe e sente que a pandemia continua a pairar e o medo a dominar, que as medidas tomadas não chegam para apagar e fazer esquecer o descalabro de uma economia e de um país parado, em que falta dinheiro, há empregos que se perderam, rendimentos que se foram, turistas que desapareceram, aviões parados, fronteiras fechadas, “negócios” que se perderam, confinamentos, medidas que “atrasam” e “atrapalham”, muitos “controlos” de trânsito, drones no ar, para já não se falar já nos “semáforos” pensados pelo Matos Fernandes para as praias, mesmo que o “vermelho” signifique só o que ele pensa. O problema maior é que continua a haver medo, muito medo, e sobretudo porque as pessoas se sentem inseguras, não têm dinheiro para ir às compras, para comer, passam fome, temem perder o “resto” do seu emprego, se ainda o têm, e vivem a angústia e a aflição do desconhecimento do futuro, que até pode ser uma loucura e de todo o tamanho.

Lá fora continuam as loucuras e as barbaridades do Bolsonaro, do Trump, do presidente da China, do Putin e dos outros “donos” do mundo, e a corrupção e as “brincadeiras” dos políticos continuam a alimentar os media. Parece que o Carlos Alexandre sempre vai acabar a instrução dos Los Angels numas salas da judiciária, as procuradoras do DCIAP vão dar acusação contra o “dono disto tudo”, o Ivo Rosa continua a apreciar a quarentena do vírus, que favorece os interesses do Sócrates, e está quedo e mudo, os magistrados políticos e “governantes” Mário Morgado (na Justiça) e o Antero Luís (na Administração Interna) continuam cada vez mais “embrulhados” e “envolvidos” na política e alheados dos interesses da Justiça e do direito, em que foram formatados. Curioso é saber-se que o primeiro parece querer acabar com o Tribunal de Instrução junto do DCIAP, e com a figura e o trabalho do Carlos Alexandre, que incomoda muita gente, inclusive, imagine-se, o presidente do STJ.

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