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Braga, sexta-feira

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Ecos de Abril

Sound Bytes e Emoções

Ecos de Abril

Voz aos Escritores

2024-03-22 às 06h00

Fernanda Santos Fernanda Santos

“Liberdade, poesia, no seu puro fluir,
palavras soltas ao vento,
versos que fazem o peito sorrir.
Vida,
pulsar intenso
dança livre do coração;
sinfonia vivaz e colorida,
lúcido sol da verdade
ecos de abril, emoção!”

Saúdo a primavera, antecipando abril. Celebro a liberdade. Encho-me de esperança, renovo energias e deixo para trás o peso do inverno.
Celebrar abril é acolher a luz, a cor e a vida que brotam em cada canto. É sentir a alegria da natureza a renovar-se, dos dias mais longos e das noites mais curtas. É abrir as janelas da alma e deixar entrar o ar fresco da mudança, da renovação e da beleza que a primavera traz consigo. É também lembrar que, assim como as estações se alternam, as nossas vidas também passam por ciclos e transformações. É um convite a deixar florescer dentro de nós o que há de melhor, a cada dia, a cada momento.
Por isso, que possamos abraçar a primavera com alegria, gratidão e leveza, sabendo que, com ela, trazemos um novo fôlego de vida, de amor e de esperança. Que possamos celebrar abril como um símbolo de renascimento e de liberdade, aproveitando cada dia como uma nova oportunidade de crescer, florescer e ser feliz.
A primavera simboliza renascimento, renovação, esperança; sentir a brisa suave no rosto, o sol aquecer a pele, o cheiro das flores a invadir os sentidos – um arraial de luz e cor!
É nesta graça primaveril que quero viver intensamente cada momento e aproveitar cada oportunidade de ser feliz. E é isso que quero para a minha vida, uma nova fase cheia de alegria, de amor e de paz. Por isso, estou determinada a deixar para trás o peso do passado, as preocupações do presente, e abraçar o futuro com entusiasmo e determinação.
Com a VIII edição da Expoética de Braga, que decorre na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e entra pelo mês de abril adentro, esta primavera será a nossa e a vossa primavera, um esperado recomeço. Nesta convergência de artes diversificadas, juntos celebramos a vida e a liberdade, aproveitando cada segundo da nova estação, já por si tão poética! Desejamos, por isso, que ela traga consigo tudo o que mais sonhamos, tudo o que nos faz verdadeiramente felizes. O que queremos, na verdade, é viver plenamente.
Na Expoética de Braga, a liberdade ecoa em cada verso, em cada traço, em cada tela, em cada nota musical. Na sua génese, ela desponta como uma aura de resiliência, num hino que consagra a liberdade em pleno voo da alma, buscando a plenitude muito para além dos limites impostos. Assiste-se ao seu desprender dos grilhões mais ásperos como a brisa suave de uma manhã primaveril. Acaricia a nossa face com afeto; quebra a prisão vã. Inquieta. Liberta. incendeia corações e mentes. Alenta a esperança. Afasta o medo e a opressão. Devolve a arte de escolher o próprio rumo, sem dedos apontados.
Esta é a liberdade que desejamos, eterna como o mar. Uma liberdade que se insinue nos sonhos mais audazes e em cada passo nos possa levar nas asas da fantasia.
Na VIII edição da Expoética de Braga respira-se abril. E nos campos de abril floresce a esperança renovada nos diversos corações. Em cada coração pulsam os ideais de persistência e de resiliência. Não se adormece. É tempo de transformação, de lutas e de avanços.
Celebrar abril é afirmar a liberdade e fazê-la presente nas nossas vidas. É abraçar o futuro com todas as nossas forças, para
que os ideais de abril nunca se apaguem.
Lutemos por um amanhã melhor, pois é no exemplo da história que encontramos coragem e a determinação.
Viva a liberdade de expressão!

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