Correio do Minho

Braga, sexta-feira

Este é o momento!

Amarelos há muitos...

Ideias Políticas

2016-09-13 às 06h00

Francisco Mota

A presidente do CDS, Assunção Cristas, decidiu revelar este sábado, em Oliveira do Bairro, que irá disputar as eleições autárquicas do próximo ano, concorrendo à liderança da Câmara Municipal de Lisboa.
Cristas quis aproveitar a ‘rentrée’ política do CDS para anunciar aos milhares de militantes, simpatizantes e autarcas que no próximo ano concorrerá à presidência da Câmara de Lisboa.
Tenho dúvidas se esta solução será a melhor para a líder do meu partido, mas sobretudo se será a solução ideal para o CDS. Contudo é de registar a coragem, desprendimento e o momento certo em que Assunção decide dar este passo.

Já se escreveu, leu e comentou muito sobre o tempo e o momento em que é realizado este anúncio. A existir esta vontade, quero desde já referir que não podia ser noutro local ou num outro momento. A ‘rentrée’ marca o arranque para as eleições autárquicas de 2017, na preparação de candidatos e na definição de estratégias.

Muito mais que levantar a discussão se o PSD assumirá a coligação na capital sobe a sua liderança, Assunção Cristas quis dar o exemplo aos dirigentes do CDS, concedendo o tiro de partida para que os candidatos do partido não fiquem perdidos pelos meandros das indecisões. Quase num tom evangélico, Cristas falou perante a máquina do partido: “Fazei-vos ao largo e lançai as vossas redes para pescar”.

Num tom de exemplo para mobilização podemos dizer que o CDS foi o partido que assumiu sem medo o próximo acto eleitoral, não se escondendo no receio de umas eleições legislativas antecipadas. A insegurança da geringonça atrai a tentação de a qualquer momento termos que ir a eleições, mas a verdade é que isso não depende de nós e desse ponto de vista apenas estamos incumbidos de nos preparar para as autárquicas e com o objectivo claro de as vencer.
Olhando para o panorama Nacional, com as duas maiores cidades definidas no que aos seus candidatos diz respeito, Braga assume desde logo a centralidade de todas as decisões.

Com uma vitória inequívoca nas últimas eleições autárquicas pela maioria de centro direita, o nosso concelho deve ser visto pelos dirigentes do CDS como a prioridade neste contexto, não só pelo historial do partido no território, mas sobretudo pelo capital conquistado na gestão municipal pelos seus Vereadores. Dessa forma o trabalho, extraordinário, desenvolvido pela coligação Juntos por Braga deve ser valorizado, enquanto exemplo de futuro para o País.
Indefinir as escolhas, não preparar atempadamente as freguesias, os programas e as grandes opções do CDS para Braga no contexto da Coligação é prestar um óptimo serviço à irresponsabilidade.
Este é o momento de tomar decisões e assumir o futuro!

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