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Inteligência Emocional – respostas ajustadas fazem a diferença

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Inteligência Emocional – respostas ajustadas fazem a diferença

Voz à Saúde

2021-10-26 às 06h00

Ricardo Pinto Ricardo Pinto

O modo como respondemos aos nossos desafios, expressamos as nossas emoções e interagimos com os outros é mais do que uma reação instintiva. As nossas respostas adaptadas são competências-chave que podemos usar para fazer a diferença nas nossas vidas e na vida dos outros, frequentemente chamadas de “inteligência emocional” ou “IE”. A inteligência emocional define-se como a capacidade de reconhecer e gerir as nossas emoções, assim como identificar, compreender e influenciar os sentimentos dos outros.
Possuir níveis elevados de inteligência emocional permite desenvolver uma maior empatia face aos outros, comunicar com eficácia e ter consciência de si e da sociedade. A forma como respondemos a nós próprios e aos outros afeta o nosso ambiente pessoal e profissional, uma vez que a vida em geral também significa interagir com os mais diversos tipos de pessoas, além de constantes mudanças e surpresas. Ser emocionalmente inteligente é a chave eficaz à forma como respondemos ao que a vida nos oferece. Inteligência emocional é também especialmente importante quando nos encontramos a lidar com situações stressantes, como o conflito, a mudança e obstáculos.
Existem quatro componentes principais que são essenciais na inteligência emocional:
- Autoconhecimento – capacidade de reconhecer o que se sente e também de compreender como as emoções e ações pessoais podem afetar as outras pessoas.
- Autorregulação – capacidade em regular e gerir as emoções que se sente, enquanto aguardamos o momento apropriado e o caminho para expressá-las.
- Conhecimento Social – capacidade de depreender e perceber as relações sociais e em que moldes o indivíduo e os que o rodeiam se relacionam, sendo a empatia a competência-chave na interação social.
- Competência Social – competência que permite a interação com o outro, de forma a incrementar a produtividade, melhorar as relações e, em última instância, aumentar a qualidade de vida do indivíduo.
A inteligência emocional, ao contrário do QI que é inato, pode ser desenvolvida e melhorada:
1. Preste atenção a si próprio. Observe como reage face aos outros e os outros a si nas interações. A sua expressão facial ou linguagem corporal dizem algo, enquanto as suas palavras expressam algo diferente? Melhorias fáceis podem ser feitas, simplesmente observando as nossas expressões e sentimentos negativos recorrentes, ajustando-os.
2. Use uma linguagem positiva. O que dizemos afeta os nossos pensamentos e ações, bem como os sentimentos das outras pessoas. Assuma o controlo de seu ambiente, concentrando-se no lado positivo, usando uma comunicação motivadora para si e outros.
3. Continue em frente. Reconheça que todos enfrentam contratempos e lutas temporárias e procure uma mudança de direção para continuar ou encontre energia num novo caminho.
4. Observe o seu nível de stress. Quando algo não está bem, as emoções negativas podem vir à tona com muito mais rapidez e podem ser mais difíceis de controlar. Certifique-se que encontra tempo para relaxar, faça uma pausa ou atividade que goste.
5. Mostre compaixão. Bondade requer prática, então procure maneiras de mostrar compaixão e empatia pelos outros, mesmo quando considerar que não merecem.
Ser emocionalmente inteligente traduz-se numa interação positiva nas relações, sejam pessoais ou profissionais. Lembre-se, cuide de Si! Cuide da Sua saúde!

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