Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Juventude: Nós não Reagimos, Agimos!

O Estado da União

Ideias Políticas

2011-12-09 às 06h00

Francisco Mota

Em tempos conturbados onde imperam as reações inflamadas perante a realidade social, a nossa preocupação passa por agir. A ação implica pensamento crítico e uma tomada de posição consciente: ao agirmos com a plena convicção daquilo que deve ser feito, estamos a intervir na realidade social de forma construtiva. Nós fazemos a nossa voz ser ouvida e apresentamos contributos para o país. A greve e a contestação não faz sentido neste momento, acreditamos seriamente na construção e edificação de um novo Portugal através do trabalho e do contributo de todos.

A ambição do virar de página reside no desejo de englobar e responsabilizar toda a sociedade portuguesa e exprimir em uníssono as preocupações que assolam todos os portugueses.

A nossa Juventude matura e consciente, assume perante as conjunturas hodiernas que se revelam, Nós não Reagimos, Agimos! Nós não exigimos apenas mais propostas dignas e melhoramentos na qualidade de vida dos portugueses, nós vamos mais além e fazemos as nossas vozes serem ouvidas, nós criamos as propostas que desejamos como realidade. Realidade esta que não engloba apenas alguns, mas sim a todos, a todos os Portugueses que querem uma país cada vez melhor e que se apresente na linha da frente europeia.

O Portugal de amanha precisa do Portugal de hoje, porque só assim seremos capazes de construir com estratégia e ponderação e não voltar a incorrer nos erros do passado. E essa construção do futuro passa pelo trabalho e dedicação, e a concertação social é a base de equilíbrio para que se olhe com esperança o caminho que tem que ser traçado.

De condenar ainda a incoerência sindical quando retrata o poder político como sendo sempre do mesmo entre as mesmas forças partidária, responsabilizando assim as conjunturas internas do país devido ao soluçar de políticas idênticas. Por outro lado as suas estruturas são viciadas e mascaradas de uma democracia desgastada em que o poder destas é dado pelas mesmas caras à décadas seguidas, que representa um banco desgastado a onde apenas o interesse pessoal e mediático esta a cima de tudo. Foram estes mesmos lideres que para se fazerem valer tornaram o direito à greve como sendo um calendário necessário para a vida sindicalista, nunca procurando estrategicamente soluções para Portugal através da ação e não da reação.

Em suma a mudança para o nosso Portugal apenas é possível com a reunião de todos, num investimento de sacrifício e contributos de todas as entidades publicas e privadas, bem como da sociedade em geral, para percorrer os trilhos das dificuldades em direção ao objetivo final, edificar um novo Portugal.

Nos jovens não temos qualquer responsabilidade sobre esta crise, mas temos a responsabilidade de a solucionar.

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