Correio do Minho

Braga, terça-feira

Miguel Pires da Silva aumenta fasquia da Juventude

“Novo tabaco” mata 600 mil crianças por ano

Ideias Políticas

2012-01-17 às 06h00

Francisco Mota

A opinião pública tem por hábito condenar as organizações políticas de juventude, por serem escolas dos vícios partidários, bem como de uma preparação para o caciquismo. Mas hoje a nova geração de “jotas” tem demonstrado que estas estruturas têm um papel activo e responsável perante os problemas da sociedade portuguesa. O tempo de apenas abanar bandeiras em campanha ou de vencer guerras internas há muito que lá vai.

Em tempos conturbados e de incertezas no futuro de Portugal, fazem com que a juventude diga basta ao comodismo e à forma como se fez política nas últimas décadas no nosso país. Esta nova geração exige que a gestão do património público, seja feito de uma forma transparente, coerente, e com resultados apurados, e as pessoas que ocupam esses lugares os ocupem com mérito, competência e responsabilidade.

Neste campo, Miguel Pires da Silva, presidente da Juventude Popular Nacional, tem feito um trabalho extraordinário na defensa do interesse público e na dinamização da juventude para um novo rumo político nacional. Procurando estabelecer uma ligação junto das instituições representativas e dos jovens, assumindo que a responsabilidade de mudança é de todos e muito em particular da geração do futuro.

Os jovens têm que se sentir peça fundamental na edificação de uma nova nação. Viver um futuro melhor, depende certamente do que se prepara no presente. Por outro lado, a globalização faz com que pensemos muito mais além, ou seja, que esta visão futurista e estratégica, passa as fronteiras territoriais. Assim sendo, olhar o futuro desta geração é olhar o futuro desta grande aldeia global que vivemos hoje. E tudo isto só é possível se a fasquia for elevada, colocando o máximo como sendo o mínimo exigido a cada um de nós.

E esse tem sido o papel que o líder centrista tem desempenhado, exemplo disso foi a presença no Congresso da International Young Democratic Union (IYDU) realizado em Sydney, e com a sua eleição para a nova direcção desta organização mundial. A União Internacional de Jovens Democratas é uma organização à escala global de juventudes partidárias de centro direita, focada nos ideais de Democracia, respeito pelos Direitos Humanos e Mercados Livres.

No congresso participaram 120 delegados de mais de 50 países, tendo culminado na eleição da nova Direcção. Foi eleito para Presidente o chileno Nicolas Figari, que estabeleceu como prioridades para o seu mandato a defesa da liberdade democrática.

Este é mais um grande desafio para a Juventude Popular, na medida em que intervirá directamente no trabalho desta Organização, passando assim a posicionar-se no centro da actividade da política mundial, e levando também assim o nome da Juventude Portuguesa além-fronteiras, demonstrando o que de melhor se faz em território nacional.
Por estas e por outras eu acredito na mudança. Eu acredito nesta nova geração.

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