Correio do Minho

Braga, terça-feira

Novamente as vacinas

Desprezar a Identidade, Comprometer o Futuro

Ideias

2017-07-21 às 06h00

Paulo Monteiro

O tema já é velho mas está sempre na ordem do dia uma vez que continua a ser um problema de toda a humanidade.
Em Abril o tema forte era vacinar, ou não, os filhos.
Tudo por causa do sarampo. Na altura perguntei porque razão a vacina contra o sarampo não era obrigatória, quando colocava em causa a saúde de outras pessoas?

De facto não há desculpas e devia ser (apesar de ainda continuar a não ser) obrigatória.
O certo é que esta semana surgiram os últimos dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde em relação a vacinas. E os números, em termos mundiais dizem-nos que uma em cada 10 crianças não recebeu qualquer vacina no ano passado, arriscando-se, assim, a contrair doenças como a difteria, tétano ou tosse convulsa.

Uma em cada 10 crianças pode não ser muito alarmante mas se o número for multiplicado por todas as crianças do mundo chegamos a um número que nos dá um nó na garganta.... 12,9 milhões de crianças que em todo o mundo não receberam qualquer vacina no ano passado. Ao mesmo tempo estima-se que outros 6,6 milhões de crianças que receberam a primeira dose da vacina tríplice conhecida por DTP não tenham concluído as doses necessárias para a imunização completa.

E se falarmos em sarampo os dados conhecidos esta semana dizem que, com a doença que teve um ressurgimento este ano em vários países europeus, as actuais estimativas apontam para uma taxa de vacinação global de 85% na primeira dose, mas que baixa para os 64% no que se refere à segunda dose de imunização.
Por isso ainda há muito a fazer apesar de estarmos no bom caminho. Mas o melhor caminho é, sem dúvida, vacinar as nossas crianças. Se todos fossem vacinados... tudo seria diferente!

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