Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Novo ano é sinónimo de aumentos

Uma carruagem de aprendizagens

Ideias

2016-12-30 às 06h00

Paulo Monteiro

Todos os anos a história repete-se. Muda-se de ano, sobem os preços de muitos bens de consumo e de primeira necessidade, mas não se aumenta a grande maioria dos vencimentos... Tudo isto traduzido significa menos poder de compra.

Ah... sejamos mais correctos: um milhão de contribuintes vão ter um ligeiro aumento do vencimento mas por via colateral, ou seja, aqueles que são abrangidos pelo segundo escalão de IRS e que vão deixar de pagar sobretaxa já em Janeiro. Os outros só mais tarde. Mas não se tratam, no fundo, de aumentos mas sim de reposições.

O certo é que os preços continuam a subir e para 2017 são esperados aumentos nos combustíveis, transportes, portagens, luz... tudo o que faz mexer o consumo e onde em algumas áreas se registaram lucros fabulosos mais uma vez (basta ver nos últimos dias as manchetes dos jornais com a EDP e a REN, por exemplo, a terem dividendos generosos). Mas há mais subidas para aqueles que gostam de refrigerantes ou bebidas alcoólicas ou então para quem fuma.

Salva-se o facto de não se prever, para já, nenhuma subida dos juros o que significa que os empréstimos continuam na mesma o que é uma boa ajuda. Na saúde uma boa notícia: o facto das taxas moderadoras não se alterarem e os medicamentos descerem um pouco mais...

No Minho, há uma boa nova: as empresas de transporte de mercadorias deixam de ser discriminadas. É que o regime de gasóleo profissional é alargado a todo o País a partir do dia 1 de Janeiro. Valha-nos isso... Que 2017 seja o melhor ano de sempre. Desejo a todos festas felizes!

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