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Os passos seguros de Pedro Nuno Santos

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Os passos seguros de Pedro Nuno Santos

Ideias

2024-03-03 às 06h00

Sérgio Castro Rocha Sérgio Castro Rocha

Foi com muita satisfação que recebi o convite para integrar a Comissão de Honra de apoio a José Luís Carneiro, enquanto cabeça de lista do Partido Socialista pelo distrito de Braga às próximas eleições legislativas. Aceitei no imediato o convite e, como tal, estarei ao lado de José Luís Carneiro assim como de Pedro Nuno Santos, enquanto líder, nas eleições do próximo dia 10 de março.
Assumo as minhas posições e atitudes de uma forma perentória, como já demonstrei em anteriores artigos de opinião, perante as minhas convicções na transformação de uma sociedade com melhor qualidade de vida, onde deve prevalecer a ideia de comunidade num Estado Social, aumentando a igualdade de oportunidades e por um Portugal Inteiro.
Pedro Nuno Santos assumiu essa ambição. É o líder que Portugal precisa para Governar. Porque decide e não empata. Tem experiência de governação e reconhece os seus erros e falhas.
Ora, entendo que isso é o suficiente, porque assumir erros é sinal de grandeza de caráter e essencialmente é sinal de ambição. AMBIÇÃO é a característica que melhor define o candidato do PS a primeiro-ministro, uma vez que essa característica não vislumbro em qualquer um dos restantes candidatos. Aliás, aquilo que temos assistido nesta campanha pela parte da maioria dos candidatos é tão somente semear a desconfiança em relação à Governação do PS.

Pedro Nuno Santos, além de estar rodeado de elementos com experiência governativa e com competências reconhecidas em áreas distintas, já demonstrou que é um executante de políticas de desenvolvimento e com investimento estratégico, privilegiando os rendimentos das famílias assente em políticas públicas que sejam possíveis de executar e não apareçam apenas como “promessas de campanha” para “ganhar votos”. Basta ver que o programa eleitoral do PS é que o revela propostas mais consistentes e fiáveis, no sentido de reforçar o crescimento da economia, que no último ano foi de 2,3% acima da média da OCDE.
Citando José Régio, “só vou por onde me levam meus próprios passos”. Eu sei por onde vou. E também sei por onde não devo ir.

Vivi uma parte da minha vida como imigrante e não posso deixar de manifestar o meu desagrado em relação ao discurso de anti-imigração que os movimentos populistas fazem por esse mundo fora, refletido de uma forma clara nas intenções dos candidatos que se apresentam à direita, como deixou expresso Passos Coelho na sua intervenção ao associar o problema da insegurança ao aumento da imigração no nosso país, acaba por contribuir para um discurso discriminatório e que foi totalmente subscrito pelo candidato da AD, Luís Montenegro.

Para ter uma noção das afirmações produzidas em atos públicos é importante descer à terra e andar no terreno. Conviver com as pessoas e conhecer os seus reais problemas.
A verdade é que, hoje em dia, vários setores económicos paravam se não fosse a imigração. E, porque também já fui emigrante, sei como é importante ser bem recebido noutro país como todos os portugueses que estão a trabalhar fora do nosso país.
De acordo com as estimativas mais recentes das Nações Unidas, são mais de 2 milhões os emigrantes portugueses por todo o mundo. Perante isto, “Ninguém me diga: "vem por aqui"!” porque “Sei que não vou por aí!”

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