Correio do Minho

Braga, terça-feira

Paz no Mundo

Saboaria e Perfumaria Confiança – pela salvaguarda do seu património

Ideias Políticas

2015-11-17 às 06h00

Francisco Mota

A transformação da Humanidade é resultado da sua própria evolução. Nos últimos dias muito temos ouvido sobre o que se passa no Mundo e para onde este caminha. Gostaria de lembrar que o que vivemos hoje é resultado do que semeamos ontem, mesmo sabendo que radicais e fundamentalistas sempre existiram, a verdade é que a evolução social, tecnológica e financeira levou a que muitos dos valores fossem remetidos para segundo plano, numa lógica egoísta e pouco solidária.

A Humanidade vive hoje confrontada com medo do medo e sem forças para o derrubar e tudo porque o Homem passou a viver de costas voltadas com o Homem. O espírito de comunidade, solidariedade e comunhão perderam-se ao longo dos tempos e inacreditavelmente deparamo-nos no século XXI com horrores medievalistas. As imagens que nos vão entrando pela nossas casas, lembram que não se aprendeu nada com os pecados e os erros do séc passado, quer na primeira ou na segunda guerra mundial, dando a entender que não está muito longe de voltarmos a cair no mesmo pesadelo, que na História não reserva um passado tão distante quanto isso.

Por outro lado a própria História, diz-nos que o Mundo nunca foi uma Paz Perfeita, os conflitos sempre existiram e os confrontos conduziram sempre à derrota ou à vitória. Mas a verdade é que esta guerra que agora vivemos é sem rosto e sem razão. É a guerra do intolerante sobre a vida, do impaciente sobre o inocente e da ganância sobre a democracia. Esta é uma guerra sem trincheiras opondo dois lados injustamente onde apenas um sabe que vai lutar.

Mas o que fazer com este Mundo e com esta Humanidade? Se nem governantes nem líderes religiosos são capazes de dar respostas, certamente não serei eu o possuidor do 'pozinho mágico', mas ainda assim arrisco uma resposta em toque de fábula:

Entrei numa loja e vi um anjo ao balcão. Maravilhado disse: 'Santo Anjo do Senhor, o que vendes?' Respondeu-me: 'Todos os dons de Deus.' 'E é muito caro?', 'Não, tudo é grátis'. Passei os olhos e vi jarros e frascos de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria... Enchi-me de coragem e pedi: 'Por favor, quero muito amor de Deus, todo o perdão Dele, um frasco de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para a minha família'. Então o anjo do senhor fez um pequeno embrulho que cabia na minha mão. Maravilhado perguntei: 'É possível? Tanto nisto aqui?' O anjo respondeu-me sorrindo: 'Meu Caro, na loja de Deus não vendemos frutos. Apenas sementes.'

Pois bem, parece que a solução está bem mais próxima do que parece haja vontade do Homem em semear o fruto e colher a Paz. Temos o Mundo nas nossas mãos cabe a cada um de nós, a cada governante e a cada líder mundial decidir o que fazer com ele.

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