Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Portugal, um oásis no Mundo

Um convite da Comissão Europeia para quem gosta de línguas

Ideias Políticas

2017-04-18 às 06h00

Pedro Sousa

INTERNACIONAL. Nos últimos dias, o mundo assistiu a momentos que poderão ditar novos paradigmas na geopolítica mundial e que, no limite, poderão vincar mudanças profundas no quotidiano global que se deseja livre, pacífico e democrático.

A profusão de imagens chocantes que, repetidamente, nos têm chegado das diferentes agências internacionais, ora dando nota de um suposto ataque com recurso a armas biológicas na Síria, ora seguido, como resposta, de um ataque da marinha americana a uma base do mesmo país, deixou bem claro que para Donald Trump e a nova Administração Norte-Americana, a via diplomática na gestão da política externa passou a ser totalmente desconsiderada, facto que virá agudizar o clima de incerteza e de insegurança num mundo já pleno de tensões e radicalismos.

Dias depois, e como prova dessa desconsideração, Donald Trump ordenou um ataque com recurso à utilização da MOAB (Mother of All Bombs) no Afeganistão, no leste, bem próximo da fronteira chinesa. Todos estes acontecimentos, revelam uma atitude beligerante dos EUA que, voltando a assumir o papel de Polícia (Musculada) do Mundo, recorrem à força dos ataques à bomba quando não estavam longe de se esgotarem os canais pacíficos que asseguram a estabilidade da ordem mundial.

As tensões, crescentes, na península da Coreia e a legitimação (com suspeitas de ilegalidades), às portas da Europa, de Erdogan como o Senhor Todo o Poderoso de uma Turquia que dia após se afastará do ideário democrático, não deixam antever nada de bom e apresentam-nos um mundo onde os amanhãs vindouros se apresentam mais escuros, nebulosos e sombrios.


PORTUGAL. Em Portugal, felizmente, tudo corre de forma mais tranquila, mais positiva e esperançosa. Ao contrário do desastre e da catástrofe anunciadas, proclamadas e constantemente apregoadas pela direita (a respeito do que este Governo do Partido Socialista, apoiado, no Parlamento, pelos Partidos da esquerda, faria ao País e aos Portugueses), Portugal vive um contexto de melhoria generalizada de todos os indicadores sociais e económicos e, ao mesmo tempo, fica cada vez mais clara a “...degradação generalizada dos indicadores de ligação da direita à realidade do país”.

Sobre isto dois ou três dados. A direita afirmava que Portugal não conseguiria cumprir as metas do défice acordado com a Comissão Europeia, pelo menos sem recorrer a medidas extraordinárias. Felizmente, ainda que, aparentemente, para tristeza da direita, Portugal não só foi capaz de cumprir a meta acordada com Bruxelas como, na última semana, o INE anunciou que, afinal, o défice orçamental de 2016 foi mais baixo do que tinha sido reportado inicialmente, dando nota que o mesmo se cifrou nos 2% do PIB, atingindo-se, desta forma, um défice mais baixo do que aquele que já era o défice mais baixo da democracia portuguesa.


A economia, apesar de um conjunto de políticas amigas das pessoas empreendidas pelo Governo, tais como um dos maiores cortes de impostos para quem tem filhos e uma redução acentuada da carga fiscal global dos trabalhadores, vive, segundo as últimas estimativas da Universidade Católica, um bom momento, apontando os números desta para que o PIB cresça 2,7% no primeiro trimestre deste ano e 2,4% no conjunto do ano, dados que, a confirmarem-se, representarão os melhores números de crescimento económico desde 2007.

A tudo isto, soma-se a descida progressiva do desemprego, uma agenda de luta contra a desregulação das relações laborais e uma agenda firme, por parte dos Partidos que sustentam o Governo, contra a precariedade, factos que nos dão a certeza e a confiança de que o país caminha e avança no rumo certo.

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