Correio do Minho

Braga, sábado

Resultados escolares

Investir em obrigações: o que devo saber?

Voz às Escolas

2014-09-29 às 06h00

Hortense Lopes dos Santos

No início de mais um ano letivo muito se tem falado de resultados escolares. No nosso Agrupamento, os resultados escolares também são uma preocupação e motivo de orgulho.
Assegurar o sucesso educativo, continuar a promover uma cultura de qualidade, exigência e responsabilidade são objetivos que mantemos no nosso projeto de intervenção.

Ver os bons resultados reconhecidos pelo público escolar e pelo Ministério continuará a ser o grande incentivo. É o caso dos resultados dos nossos alunos nos exames nacionais, com médias superiores às nacionais. Relevante, ainda, que as classificações obtidas nos exames e as classificações obtidas na avaliação interna sejam aproximadas. Esta situação, associada à redução da percentagem de alunos que abandonam a escola, proporcionou, por parte da tutela, a atribuição ao nosso Agrupamento de um crédito horário de 50 horas, que resultará em benefício de todos os membros do AECA, em especial dos alunos, a razão de ser e o foco da nossa ação.

Os resultados do acesso ao ensino superior (1ªfase) voltaram a deixar-nos satisfeitos com o trabalho realizado e ainda mais responsabilizados para o ano que agora se inicia.
Trezentos alunos do AECA foram colocados nas diversas instituições de ensino superior, com destaque para a Universidade do Minho que recebeu a maioria nos cursos de medicina, enfermagem, engenharia, sociologia e biologia, entre outros.

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, em Barcelos (IPCA) surge em segundo lugar entre as instituições a acolher muitos dos nossos alunos que, em primeiras escolhas, preferem e conseguem o prosseguimento de estudos em escolas superiores da região.
A Universidade do Porto recebeu alunos do Agrupamento nas Faculdades de Engenharia, Arquitetura, Letras, Ciências, Medicina e Medicina Dentária.

Num contributo valioso do ensino pós laboral e profissionalizante do AECA que importa reconhecer, constatamos que um número considerável de alunos do ensino recorrente, do ensino profissional e dos Cursos EFA conseguiu o acesso a instituição de ensino superior.
No que poderá configurar uma alteração de uma tendência que marcou os últimos anos, verificamos que alguns dos nossos alunos com classificações altas optaram mais por cursos de engenharia informática, mecânica, gestão de sistemas de informação, biomédica e gestão industrial e menos por cursos na área da saúde.

As metas traçadas no Projeto Educativo foram, tudo indica, suplantadas quanto aos resultados académicos dos cursos científico-humanísticos.
Confrontados com estes resultados, mais uma vez, a direção aproveita para, publicamente, agradecer e enaltecer o corpo docente do agrupamento, reconhecidamente empenhado, exigente, trabalhador e competente. Sem os seus professores, sem estes professores, o agrupamento não estaria, como está, entre os melhores que a educação pública pode oferecer em Braga.
Para todos, bom ano.

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