Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Rússia e França: as grandes diferenças...

Sem Confiança perde-se a credibilidade

Ideias

2018-07-17 às 06h00

Paulo Monteiro

O Campeonato do Mundo de futebol terminou, no domingo, em Moscovo, na Rússia, com a vitória da França, por 4-2, frente à Croácia. Os franceses sagraram-se, assim, pela segunda vez campeões do Mundo, depois de há 20 anos (1998) terem vencido, em ‘casa’, o Brasil, por 3-0.
Mas este ‘Mundial’ ficou marcado pelo grande civismo e por uma grande organização russa na prova. Aliás, feito que levou o presidente da FIFA, Gianni Infantino, a considerar o Campeonato do Mundo da Rússia o melhor de sempre. E é verdade. Os milhares e milhares de voluntários russos estiveram impecáveis, fazendo com que nada faltasse e todos se sentissem bem em solo russo. Não soubemos de desacatos, conflitos entre claques... Tudo correu dentro do maior respeito e numa paz incrível.

Mas... se a Rússia deu um exemplo ao Mundo, o mesmo já não se poderá dizer da França. Dois mortos e perto de 300 detidos... foi o resultado dos festejos da vitória da França no ‘Mundial’, em terras gaulesas. A violência nas ruas, e muito vandalismo, em nada dignificaram a conquista gaulesa no ‘Mundial’ de futebol. É verdade que foram ‘meia dúzia’ de jovens e outros, mas não deixa de dar uma má imagem quando o que se queria era uma grande festa em homenagem ao desporto-rei. Mas tiveram que ser algumas dezenas de jovens, de cara tapada, a invadirem um supermercado em Paris para levar garrafas de vinho, ou de centenas de outros a provocarem confrontos com a Polícia, em Lyon, para nem tudo correr bem.
O futebol não merece e os vencedores mereciam outros festejos...

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