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“A Contabilidade é a língua dos negócios”
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“A Contabilidade é a língua dos negócios”

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“A Contabilidade é a língua dos negócios”

Cávado

2021-05-08 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave debateu, ontem, a questão da pandemia de Covid-19 nas IV Jornadas de Contabilidade e Fiscalidade. Os oradores convidados destacaram o papel dos contabilistas e apontam para um “ensino híbrido”.

“A Contabilidade é a língua dos negócios e o grande desafio das empresas e dos empresários é olhar, de facto, para a informação que os contabilistas lhes dão de forma a conseguir imaginar o futuro”. A mensagem é de Pedro Farinha, CEO da ‘Viseeon Portugal’ e da Btoc Consulting, e foi deixada, ontem, nas IV Jornadas de Contabilidade e Fiscalidade ‘Viver em tempos de pandemia’, organizadas pelo Departamento de Contabilidade e Fiscalidade da Escola Superior de Gestão (ESG) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA).
Pedro Farinha foi um dos oradores convidados a participar no debate que se debruçou sobre as mudanças que a pandemia de Covid-19 trouxe para a vida das pessoas, dos estudantes e, sobretudo, das empresas, perspectivando-se que muitas destas ‘mudanças’ passem agora também a fazer parte do quotidiano da sociedade em geral, designadamente as “digitais”.
Dando a conhecer que a pandemia “mudou por completo” a sua vida enquanto empresário, o também contabilista, disse que tal como ele teve que encerrar uma loja de natas que tinha aberta em Macau que era um sucesso absoluto, também muitos empresários do país, inclusive entre clientes seus, tiveram que fazer o mesmo”, mas deixou a garantia de que foram os contabilistas que mais ajudaram a combater os efeitos da pandemia na Economia.
No debate sobre a pandemia de Covid-19 do IPCA, o empresário e contabilista deixou um conselho aos contabilistas e empresários, para que quando estiverem a redigir ou analisar a informação contabilística, a partir de agora, não tenham apenas em conta o EBIDTA - Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização - mas acrescentem um ‘C’ de ‘Covid’ no final.
“Num cenário de fusão ou de aquisição, o indicador EBITDA por si só é, hoje, um absurdo porque agora tem que ser em função do EBITDAC - porque obviamente o cenário pré e pós Covid há-de ser diferente do cenário Covid e esta capacidade de conseguirmos imaginar o futuro, de dar informação presente às empresas de forma a que elas consigam planear as suas necessidades de tesouraria e de investimento e idealizar o retorno desse investimento é este precisamente o papel da Contabilidade e que só nós, contabilistas, é que conseguimos produzir informação de acordo com esta língua que nos une aos empresários e que une os empresários uns aos outros”.
O debate contou ainda com os contributos de Amélia Pires, do Instituto Politécnico de Braga e de Graça Azevedo, da Universidade de Aveiro, que destacaram, sobretudo, que o ensino em geral e o universitário em particular deve aproveitar as ferramentas tecnológicas e programas digitais de ensino/aprendizagem que foram criados durante a pandemia para potenciar ainda mais as suas instituições e focar-se também daqui para a frente num “sistema híbrido”, com aulas online e presenciais, sobretudo ao nível da “internacionalização”.

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